Filho da Arquidiocese será ordenado bispo neste domingo

foto_pe_darciO jacutinguense, filho da Arquidiocese de Pouso Alegre, Monsenhor Darci José Nicioli, será ordenado bispo durante a Eucaristia celebrada neste domingo, às 18h, no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. A cerimônia terá transmissão ao vivo pela TV Aparecida.

Monsenhor Darci, missionário redentorista, foi nomeado pelo Santo Padre Bento XVI no dia 14 de novembro de 2012, como o novo Bispo auxiliar de Aparecida. Desde 2008, padre Darci atuava como Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida.

O consagrante será o Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis e os co-consagrantes Dom Pedro Fré, Bispo Emérito de Barretos (SP), e o Cardeal Dom Claudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo.

No dia da nomeação, Monsenhor Darci declarou:

“Recebi com alegria e com temor de quem tem fé, em virtude da tamanha responsabilidade.  Mas me sinto tão feliz por estar na Igreja de Aparecida! Cheguei a essa Igreja com 13 anos de idade, e o maior tempo da minha vida religiosa servi nessa Igreja, mais particularmente no Santuário Nacional de Aparecida. Agora a missão se estende, além do Santuário, para toda a arquidiocese de Aparecida. Estarei aqui para auxiliar Dom Damasceno no pastoreio da Igreja de Aparecida. Me confio à misericórdia de Deus, à sua providencia, a proteção certa e segura que sinto a cada dia da Virgem Maria, a Senhora Aparecida e ao meu pai espiritual, Santo Afonso Maria de Ligório. Eu peço orações, rezem por mim para que eu continue perseverante e fiel na missão que a Igreja agora me confia”, disse.

Padre Darci nasceu no dia 01 de 1959. Entrou para o Seminário Redentorista Santo Afonso de Aparecida (SP) em 1974, onde cursou o Ensino Médio. Em 1977 iniciou o curso de Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Em 1982 fez a sua profissão religiosa na Congregação do Santíssimo Redentor, indo morar em São Paulo para iniciar os estudos teológicos no ITESP – Instituto de Estudos Superiores São Paulo, em São Paulo (SP).

Em 1986 foi ordenado padre em sua cidade natal. Neste mesmo ano seguiu para Roma, onde estudou Teologia Dogmática, no Pontifício Ateneo Sant’Anselmo di Roma, conquistando o título de mestre em teologia. Retornando de Roma para o Brasil, exerceu inúmeros serviços na Província Redentorista de São Paulo: Diretor de Seminário (1989-1996), Vigário Paroquial (1989-1996), Conselheiro Provincial (1996-2002), Professor de Teologia Dogmática-Sacramentaria – ITESP/SP e PUCCAMP (1989-1996).

Padre Darci já foi Ecônomo do Santuário Nacional de Aparecida entre os anos de 1997 e 2005. Entre 2005 e 2008 residiu em Roma, ocupando a função de Reitor da Casa Geral dos Missionários Redentoristas e do Santuário Internacional de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Assessor e coordenador da PJ falam sobre a juventude na Arquidiocese

CAF geralDurante a realização do 5º Curso Arquidiocesano de Formação, ocorrido entre os dias 25 e 27 de janeiro em Santa Rita do Sapucaí, cerca de 50 jovens puderam refletir e debater a caminhada juvenil durante a Jornada Mundial da Juventude e também sobre o BoteFé, evento preparatório que ocorre nos dias 01 e 02 de março em Pouso Alegre.

Na oportunidade, o Assessor da Pastoral da Juventude, padre João Luiz Ferreira Peçanha, e o coordenador, o jovem Welington Expedito Aparecido Pereira, falaram sobre a caminhada da Juventude na Arquidiocese de Pouso Alegre que, juntamente com outros movimentos juvenis, se preparam para a JMJ. Veja a entrevista exclusiva ao Arquidiocesepa.com.

Como  o clero da Arquidiocese de Pouso Alegre esta vendo o cenário da juventude neste tempo de grandes desafios e quais são as formas para acolhê-los?
Pe. João Luiz: Primeiramente, vale ressaltar que a Igreja Particular de Pouso Alegre, desde sua última Assembleia, fez a opção pelo trabalho junto aos nossos jovens. E desde então, muita coisa vem sendo realizada em prol da nossa Juventude arquidiocesana. O cenário juvenil em nossa arquidiocese não difere muito do cenário juvenil nacional. O momento presente é desafiador pelo fato de o mundo moderno apresentar muitos falsos caminhos aos jovens com a pretensa de lhes trazer a tal sonhada e desejada felicidade.

Pe. João Luiz durante os trabalhos no 5º CAF. Foto: Cristiano Oliveira
Pe. João Luiz durante os trabalhos no 5º CAF. Foto: Cristiano Oliveira

Dessa forma, o que enxergamos são inúmeros jovens a perder sua juventude e até mesmo a vida para as drogas, alcoolismo, sexualidade desordenada, doenças, acidentes automobilísticos. Sabemos também que muitos jovens não estão na Igreja e a estes também devemos ir ao encontro, pois são destinatários da Boa Notícia de Jesus Cristo nosso Salvador. O desafio é imenso, mas estamos em busca de respostas para atingir e chegar até aos jovens que estão afastados, para que também eles encontrem a verdadeira alegria do encontro com o Senhor.

O documento da Assembléia já nos alertava para a importância do acolhimento e incentivo aos jovens de nossas paróquias. De fato a palavra chave na Evangelização da Juventude é ACOLHIDA. Quando o jovem se sente acolhido, ele, com seu entusiasmo, é capaz de dar retorno e uma resposta significativa de adesão ao projeto de Jesus Cristo. Creio que precisamos dar mais atenção aos jovens, pois como diz o Papa Bento XVI, os jovens não são o futuro da Igreja, mas sim o presente da Igreja.

Cabe a nós, presbíteros, ajudar e facilitar o acesso dos jovens a Cristo e a Igreja. Cabe a nós apresentar e testemunhar a alegria do encontro com Jesus aos jovens que vem até nós e aqueles que estão distantes. É nossa missão chegar a eles. A nível de paróquia acreditar, incentivar, apoiar até financeiramente as atividades em prol da juventude.

Esse ano de 2013 é um verdadeiro divisor de águas no cenário da evangelização da Juventude. Temos agora com o início da CF em que o Jovem é o centro das orações, reflexões e nos apresenta um lema missionário: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). E não é só isso, pois nos dias 1 e 2 de março teremos o “BOTE FÉ”, o evento preparatório para JMJ em que estaremos recebendo a visita da Cruz da Jornada e do Ícone de Nossa Senhora. Esse momento pode e deve ser muito bem aproveitado pois pode ser um momento de resgate para muitos jovens, daí a necessidade de divulgar e, mais do que isso de incentivar a participação maciça da Juventude no nosso Bote Fé.

Teremos ainda a Semana Missionária Jovem, antecedendo o grande evento da JMJ no Rio de Janeiro nos dia 23 a 28 de julho. Não poderia esquecer do pós JMJ em que os trabalhos da Subcomissão Juventude continuarão a todo vapor com a realização do DNJ 2013.

O ano de 2013 é paradigmático para Juventude, contudo, vale ressaltar que a Subcomissão Juventude tem incentivado e apoiado as diversas expressões juvenis de nossa arquidiocese nos seus trabalhos de Evangelização da Juventude e continuará a fazê-lo.

Quais as perspectivas a nível arquidiocesano para o trabalho com a juventude neste ano em que a Igreja nos convida a refletir sobre a juventude na Campanha da Fraternidade 2013 e com a Jornada Mundial da Juventude no Brasil?
Welington Pereira: É importante compreender este cenário para fazermos dele um momento propício para conseguirmos ainda mais evangelizar a nossa linda juventude. Este vivência de campanha será importante para que ela seja evangelizada e que sejam enviados também como novos evangelizadores da juventude.

Entendo que este cenário deve ser algo além evangelizador, mas deve ser

Foto: Cristiano Oliveira
Foto: Cristiano Oliveira

também motivador para que o jovem possa atuar como protagonista na evangelização. Em nível arquidiocesano a juventude se organiza para viver este momento, inicialmente ímpar. Além da CF e da JMJ, nos preparamos para a acolhida dos símbolos da JMJ em nossa arquidiocese – o Bote Fé, que acontecerá no início de março.

Viveremos também, na semana antecedente à JMJ, a Semana Missionária, quando os jovens em suas comunidade e paróquias estarão se preparando para a JMJ. Além de outros momentos de evangelização organizados pelas expressões juvenis, assim como acontece neste final de semana o 5º CAF, organizada pela Pastoral da Juventude arquidiocesana, com a finalidade de preparar o jovem para este cenário.

Com isso nasce a perspectiva de que, a partir todos estes acontecimentos a juventude continue esse caminho, que ela atue, viva, seja protagonista em seus grupos, crie grupos, viva a vida de comunidade, evangelize em sua linguagem e com seu jeito jovem ou outro jovem.

 

 

 

JMJ é refletida em encontro Arquidiocesano

Jovens reunidos durante o 5º CAF. Foto: Cristiano Oliveira
Jovens reunidos durante o 5º CAF. Foto: Cristiano Oliveira

No último final de semana, entre os dias 25 e 27 de janeiro, cerca de 50 jovens estiveram reunidos em Santa Rita do Sapucaí durante o 5º Curso Arquidiocesano de Formação (CAF). O encontro ocorreu na Casa Nossa Senhora da Paz, da ETE.

Durante os dias de formação, os participantes puderam refletir, debater e preparar a caminhada da Arquidiocese em preparação à Jornada Mundial da Juventude 2013, que tem como tema “Juventude e Missão” e o lema “Eis-me aqui Senhor, envia-me” (Is 6,8).

Vocação e missão

Seminarista Edpo reflete sobre a vocação e missão. Foto: Cristiano Oliveira
Seminarista Edpo reflete sobre a vocação e missão. Foto: Cristiano Oliveira

Na parte da manhã do sábado, 26, o seminarista Edpo Campos fez uma reflexão com os jovens sobre o Texto Base da Campanha da Fraternidade deste ano, fazendo uma análise dos textos bíblicos sobre a missão da juventude no mundo.

O seminarista utilizou-se de textos  do Antigo e do Novo Testamento, refletindo sobre o chamado de Deus para que cada um de nós possa dar o seu sim e testemunhar com sua vida o amor, a fé e a justiça.

Segundo Edpo, o encontro com o Cristo é indispensável.

“É necessário ter um encontro pessoal com Jesus, ter a coragem de deixar ser guiado por Ele, através da Eucaristia e do outro. O nosso grande desafio é encontrar com Jesus Cristo. Jesus escolhe quem Ele quer e, a partir da escolha Ele prepara e capacidade aqueles que escolheu.”, afirmou.

 

 

Correios lançam selo em homenagem ao Monsenhor Vieira

Imagem assembleiaEm uma cerimônia realizada na noite desta segunda-feira, 21, a Agência dos Correios, com a colaboração da Paróquia Santo Antonio de Jacutinga, lançou um selo comemorativo em homenagem ao Monsenhor Vieira, que por quase 50 anos exerceu seu ministério sacerdotal no Município.

A solenidade teve início com a celebração da Santa Missa na Igreja Matriz, presidida pelo Vigário Paroquial, padre Ronne Peterson, e concelebrada pelos padres, Monsenhor Darci José Nicioli, nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Aparecida, Cônego Sebastião Camilo, Mauro de Freitas, Vanir, Frei Sebastião Donizetti e João Hélio Fagundes.

Entre as autoridades presentes estavam o vice-prefeito, Luiz Carlos Crivelaro, e os vereadoresImagens selo Maria Luiza Crivelaro, Tadeu e Estela. A Igreja Matriz ficou lotada pelos fiéis que também vieram prestar sua homenagem.

Durante a Eucaristia, todos puderam recordar momentos e atitudes marcantes da vida de Monsenhor Vieira em Jacutinga, como seu gesto carinhoso de distribuir balas e terços e a fundação da Casa da Criança. Toda a luta para o desenvolvimento social do Município foi lembrado, assim como o dia de sua morte. Muitas pessoas que estavam na Igreja Matriz choraram.

Monsenhor Darci começou assim sua homilia

“É muita homenagem para um pobre marquês, diria monsenhor no dia de hoje, se aqui ele estivesse.Monsenhor Darci Homem de coração simples, homem bom, humilde, nada construiu para si, toda a sua vida foi pelo serviço a população”, afirmou.

O nomeado Bispo Auxiliar de Aparecida ainda lembrou que Monsenhor Vieira ensinou o jacutinguense a ter esperança e que ele deixou de ter uma família para ter muitos filhos na fé.

“Monsenhor Vieira abriu mão do amor próprio em função do amor aos outros. Um homem bom acredita, um homem excepcional persiste, um herói nunca desiste, e é no pavilhão dos heróis que eu vejo o Monsenhor Vieira,” ressaltou.

Ele lembrou da saudade que todos sentem do querido Monsenhor.

“Saudade, porque é lembrança boa. Mas Monsenhor Vieira, quanta presença. Presença nos dias de outrora dessa cidade de Jacutinga, mas presença viva! Continuada! Naqueles que ele ajudou a construir e de todas as suas obras. A maior delas foi o fato dele ter construído gente. Ele construiu gerações, fez nos enxergar longe, para muito além das montanhas das Minas Gerais, para muito além dos limites da nossa cidade, para muito além das misérias do nosso coração”, finalizou.

Depois da celebração, todos foram para o pátio da Matriz, onde ocorreu o lançamento oficial do selo e também a benção do novo memorial.  

Memorial
benção memorialO Memorial Monsenhor Vieira, que fica no pátio da Igreja Matriz de Jacutinga, foi inaugurado no dia 15 de novembro de 2007, data em que ele completaria, caso estivesse vivo, 65 anos de vida sacerdotal.

O objetivo do Memorial é manter viva a memória e as ações do Monsenhor Vieira, que por quase 50 anos, entre 1958 e 2005, gastou sua vida em favor da população jacutinguense.

Biografia
Sebastião Carvalho Vieira nasceu em 02 de abril de 1916 em Paraisópolis (MG). Filho de Ambrosina Carvalho Vieira e Antônio José Vieira, era o único filho entre seis filhas. Fez os estudos iniciais para o ministério sacerdotal no Seminário de Pouso Alegre (MG) e os finais no Seminário de Mariana (MG).

Foi ordenado sacerdote em 15 de novembro de 1942.

Em seus primeiros anos de ministério sacerdotal foi auxiliar de Monsenhor Dutra, em Paraisópolislançamento do selo (MG), sua terra natal, até o ano de 1949. A seguir assumiu a Reitoria do Seminário de Pouso Alegre (MG) e em 20 de agosto de 1950 foi nomeado Cônego Honorário. Posteriormente veio como pároco para a cidade de Jacutinga, assumindo a paróquia em 25 de março de 1958, substituindo Monsenhor João Batista Maria Rigotti.

Em 07 de maio de 1993 foi elevado à categoria de Monsenhor (“Monsenhor Vieira”). Aqui permaneceu por 48 anos. Faleceu em 21 de janeiro de 2.006, com incompletos 90 anos de idade.
Foi um homem de grandes virtudes, inteligência e talento. Sua profunda espiritualidade impressionava a todos que o conheciam. Exerceu o Ministério Sacerdotal com dignidade, santidade e dedicação extremas, e se empenhou sem limites no trabalho em benefício da promoção humana e social dos mais necessitados e do desenvolvimento do município.

Homem perspicaz, altivo, abnegado, generoso e produtivo. Contemplativo e ativista ao mesmo tempo. Grande orador e pregador: exemplo de coerência entre o que pregava, vivia e fazia.
Foi desenhista e pintor de primeira categoria. Autodidata e estudioso da teoria das artes plásticas, arquiteto e urbanista nato, utilizou seu talento em benefício da vida espiritual, material e social de seus semelhantes. Padre de oração e recolhimento; de hábitos simples, avesso a qualquer tipo de vaidade e promoção pessoal.

Em Jacutinga também atuou na área da Educação, como professor na Escola Normal Santo Antônio,
diretor do Grupo Escolar Júlio Brandão e professor de pintura no curso por ele criado. Foi confessormemorial2 e conselheiro da mais alta qualidade.

Entre suas ações sociais, a que desenvolveu com mais determinação e vigor, com o apoio da Prefeitura local e da Cooperativa Habitacional de Belo Horizonte, foi a construção de casas populares em quatro grandes loteamentos, que hoje se transformaram em populosos e prósperos bairros. Construiu também 4 igrejas e uma casa paroquial e a Casa da Criança que se tornou sua dedicação maior. Dela foi diretor por dezenas de anos, até sua aposentadoria. Nela criou também cursos profissionalizantes para jovens e nela instalou a redação de “A Gazeta de Jacutinga”.

Recebeu da Câmara Municipal de Jacutinga o título de Cidadão Jacutinguense em 02 de abril de 1959 e em 08 de dezembro de 1998 recebeu a medalha de Honra ao Mérito “Desembargador Hélio Costa”, conferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais às pessoas de relevância social.

 

Com informações e fotos de Camila Taveira e fontes biográficas de A Gazeta de Jacutinga

 

Carmelo celebra os 25 anos da morte de sua fundadora

Missa_imagem do coroCentenas de pessoas participaram neste domingo, 21, na capela do Carmelo Sagrada Família em Pouso Alegre, da celebração Eucarística na qual fizeram memória dos 25 anos de falecimento da Serva de Deus e fundadora do Carmelo, Madre Maria Imaculada da Santíssima Trindade, a Mãezinha.

A Eucarístia foi presidida pelo reitor do Seminário Arquidiocesano, padre Leandro de Carvalho Raimundo, e concelebrada pelos padres Leonardo Pereira Almeida e Carlos Raimundo, FMI. Fieis de diversas paróquias de Pouso Alegre e de Maria da Fé, terra natal da Serva de Deus, se fizeram presentes.

Antes da Missa, todos puderam fazer seu momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento e também rezar a Oração das Vésperas.

Veja as fotos


Com imagens e informações de Éder Couto e Irapuan Dias/Pascom – Arquidiocese PA

“Breviloquentis”: Twitter do Papa chega a 2,5 milhões de seguidores

Foto: Divulgação internet
Foto: Divulgação internet

A conta de Bento XVI no Twitter, com mais de 2,5 milhões de seguidores, tem a partir de hoje uma nova versão em latim.

A mensagem de boas-vindas saúda os visitantes da página pública ‘breviloquentis’, expressão utilizada para traduzir o termo inglês que dá nome a esta rede social, que se distingue por permitir a publicação de pequenos textos contendo no máximo 140 caracteres.

O texto escolhido pelo Papa é ‘Tuus adventus in paginam publicam Summi Pontificis Benedicti XVI breviloquentis optatissimus est’, isto é, “O teu acesso à página oficial do Sumo Pontífice Bento XVI no Twitter é muito bem-vindo”. As mensagens são publicadas com autorização de Bento XVI em mais oito idiomas: inglês, espanhol, italiano, português, alemão, polaco, árabe e francês.

O Twitter é a ferramenta de microblogging mais difundida no mundo das comunicações virtuais, com mais de 500 milhões de utilizadores. A conta de Bento XVI na rede social tem neste momento cerca de 70 mil seguidores em língua portuguesa.

A denominação ‘Twitter’ deriva da palavra inglesa com a mesma grafia, que em português pode ser traduzida por “gorjear” ou “piar”, razão pela qual o logótipo daquela rede social representa um pássaro.

 

Fonte Dom Total

PJ realiza Seminário contra a violência e o extermínio de jovens

Campanha_PJDesde 2009 é realizada pelas Pastorais de Juventude de todo o país, a Campanha Nacional contra a violência e extermínio de jovens. Trata-se de uma série de ações em defesa pela vida da juventude, hoje, principal vítima da violência no país, de acordo com Mapa da Violência 2012.

Ao longo desses 4 anos de atuação da campanha, que contou com o apoio de vários segmentos religiosos e da sociedade civil, a Pastoral da Juventude manteve firme posicionamento para garantir o direito dos jovens à vida digna e ao seu pleno desenvolvimento, que deve ser cada vez mais fortalecida.

Em 2013, a PJ em parceria com a CRB Nacional, com o apoio da Porticus América Latina e de outras organizações, dá início a uma nova etapa da Campanha, com a realização do Seminário Nacional da Campanha contra a violência e o extermínio de jovens que será de 3 a 5 de maio de 2013, em Brasília/DF.

Como principal objetivo, o Seminário vai discutir o engajamento e fortalecimento dos grupos de jovens para a Campanha Nacional, bem como a capacitação técnica das representações de jovens dos regionais da CNBB.

“O problema do extermínio de jovens já tomou um ponto tão grave que já há um déficit de jovens do sexo masculino na estrutura demográfica brasileira. Um déficit que só se verifica em sociedades que estão em guerras. Agora, sobre a diminuição da violência, entendemos que será possível a partir da implementação efetiva de políticas públicas das mais diversas áreas que garantam a população seus direitos sociais de forma plena e que a conquista plena dos direitos sociais sejam ferramentas para o desenvolvimento integral de cada cidadão e cidadã, sendo jovem ou não” afirmou o Integrante da coordenação da Pastoral da juventude, regional Sul 1, Wellington dos Santos França.

Jovens que desejam saber mais informações sobre Seminário Nacional, devem entrar em contato com a coordenação pelo o e-mail da secretaria nacional [email protected]

 

Com informações do Portal A12.com

Monsenhor Vieira é homenageado pelos Correios em Jacutinga

Selo_Monsenhor VieiraA Agência dos Correios em Jacutinga e a Paróquia Santo Antônio vão lançar na próxima segunda-feira, 21, um selo comemorativo em homenagem ao Monsenhor Vieira, que por quase 50 anos exerceu seu ministério no Município.

A ideia surgiu da Agência dos Correios, que teve o incentivo e ajuda do padre Jésus Benedito. A cerimônia de lançamento vai ocorrer no largo da Igreja Matriz, juntamente com a reinauguração do memorial Monsenhor Vieira.

Diversos padres da Arquidiocese, autoridades e toda a população foram convidados. Monsenhor Darci Nicioli, nomeado Bispo Auxiliar de Aparecida, padre João Hélio Fagundes, padre Marco Aurélio Gubiotti, Cônego Sebastião Camilo, Frei Sebastião Donizete de Almeida e padre Vanildo de Paiva já confirmaram presença.


Memorial
O Memorial Monsenhor Vieira, que fica no pátio da Igreja Matriz de Jacutinga, foi inaugurado no dia 15 de novembro de 2007, data em que ele completaria, caso estivesse vivo, 65 anos de vida sacerdotal.

O objetivo do Memorial é manter viva a memória e as ações do Monsenhor Vieira, que por quase 50 anos, entre 1958 e 2005, gastou sua vida em favor da população jacutinguense.

Biografia

Caricatura que o próprio Monsenhor Vieira fez dele. Desenhos guardados pelo professor Giovanni Marques.
Caricatura que 0 Monsenhor Vieira fez do professor Giovanni Marques após uma missa em Paraisópolis, em 1996.

Sebastião Carvalho Vieira nasceu em 02 de abril de 1916 em Paraisópolis (MG). Filho de Ambrosina Carvalho Vieira e Antônio José Vieira, era o único filho entre seis filhas. Fez os estudos iniciais para o ministério sacerdotal no Seminário de Pouso Alegre (MG) e os finais no Seminário de Mariana (MG).
Foi ordenado sacerdote em 15 de novembro de 1942.

Em seus primeiros anos de ministério sacerdotal foi auxiliar de Monsenhor Dutra, em Paraisópolis (MG), sua terra natal, até o ano de 1949. A seguir assumiu a Reitoria do Seminário de Pouso Alegre (MG) e em 20 de agosto de 1950 foi nomeado Cônego Honorário. Posteriormente veio como pároco para a cidade de Jacutinga, assumindo a paróquia em 25 de março de 1958, substituindo Monsenhor João Batista Maria Rigotti.

Em 07 de maio de 1993 foi elevado à categoria de Monsenhor (“Monsenhor Vieira”). Aqui permaneceu por 48 anos. Faleceu em 21 de janeiro de 2.006, com incompletos 90 anos de idade.
Foi um homem de grandes virtudes, inteligência e talento. Sua profunda espiritualidade impressionava a todos que o conheciam. Exerceu o Ministério Sacerdotal com dignidade, santidade e dedicação extremas, e se empenhou sem limites no trabalho em benefício da promoção humana e social dos mais necessitados e do desenvolvimento do município.

Caricatura do Monsenhor 2
Outra caricatura, agora que o próprio Monsenhor Vieira fez dele mesmo.

Homem perspicaz, altivo, abnegado, generoso e produtivo. Contemplativo e ativista ao mesmo tempo. Grande orador e pregador: exemplo de coerência entre o que pregava, vivia e fazia.
Foi desenhista e pintor de primeira categoria. Autodidata e estudioso da teoria das artes plásticas, arquiteto e urbanista nato, utilizou seu talento em benefício da vida espiritual, material e social de seus semelhantes. Padre de oração e recolhimento; de hábitos simples, avesso a qualquer tipo de vaidade e promoção pessoal.

Em Jacutinga também atuou na área da Educação, como professor na Escola Normal Santo Antônio, diretor do Grupo Escolar Júlio Brandão e professor de pintura no curso por ele criado. Foi confessor e conselheiro da mais alta qualidade.

Entre suas ações sociais, a que desenvolveu com mais determinação e vigor, com o apoio da Prefeitura local e da Cooperativa Habitacional de Belo Horizonte, foi a construção de casas populares em quatro grandes loteamentos, que hoje se transformaram em populosos e prósperos bairros. Construiu também 4 igrejas e uma casa paroquial e a Casa da Criança que se tornou sua dedicação maior. Dela foi diretor por dezenas de anos, até sua aposentadoria. Nela criou também cursos profissionalizantes para jovens e nela instalou a redação de “A Gazeta de Jacutinga”.

Recebeu da Câmara Municipal de Jacutinga o título de Cidadão Jacutinguense em 02 de abril de 1959 e em 08 de dezembro de 1998 recebeu a medalha de Honra ao Mérito “Desembargador Hélio Costa”, conferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais às pessoas de relevância social.

Com informações biográficas de A Gazeta de Jacutinga

 

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Carmelo celebra 25 anos de morte de sua fundadora

MãezinhaO Carmelo da Sagrada Família, em Pouso Alegre, celebra no próximo dia 20 de janeiro, às 17h, os 25 anos de morte da Serva de Deus Maria Imaculada da Santíssima Trindade (Mãezinha). A Eucaristia será celebrada na Capela do Carmelo. Todos são convidados

Numa vida simples e escondida, soube ser luz e alegria para os que cruzaram seu caminho, ou com ela caminharam, na busca de identificar-se cada vez mais com Jesus, por Maria Santíssima.

Faleceu a 20/01/1988, depois de uma vida marcada pelo sofrimento, sim, mas principalmente pela alegria da consagração a Deus! E mesmo depois de sua morte, tem ajudado muitas pessoas, através de seu exemplo e de sua intercessão diante de Deus.

Mãezinha vivia com os olhos fixos no fim, não como último limite, mas como Finalidade, como consumação de uma missão, que era a configuração de seu próprio ser com o de Jesus. Tudo o que vivia, todos os acontecimentos eram vistos na perspectiva desta finalidade: a santificação sua e de todos os que Deus lhe confiou.

Artigo: “Ano da Fé”

Pe. Narciso Pires Franco
 Capelão da Comunidade Sol de Deus

 

No início deste novo ano contemplemos Maria, Mestra e Modelo de fé. “Feliz aquela que acreditou, porque vai acontecer o que o Senhor lhe prometeu” (Lc 1,45).

Mãe-de-Jesus1O louvor de Isabel à Maria continua a ressoar em toda a Igreja. Grande foi a fé com que a Virgem acreditou, sem hesitar, na mensagem do Anjo que lhe anunciava coisas admiráveis e nunca ditas antes.

Maria acreditou, obedeceu e com sua fé e obediência tornou-se causa de salvação para si e para todo o gênero humano. Diante da Palavra de Deus, Maria acreditou que seria a Mãe do Salvador. Ela acreditou quando o Anjo lhe falou, mas continuou acreditando também quando o Anjo a deixou só e se encontrou nas humildes condições de qualquer mulher que está para ser mãe.

Maria avançou na peregrinação da Fé, conservando fielmente a união com Cristo. A união de Maria com seu Filho é uma constante, desde a anunciação até sua morte. Evidentemente, após sua morte e ressurreição continuou, mais do que ninguém, crescendo na intimidade com Ele.

A não ser na Anunciação e nos fatos que envolveram o nascimento de Jesus, não encontramos na vida de Maria manifestações extraordinárias do sobrenatural. Vive Maria de pura fé como nós, apoiando-se na Palavra de Deus.

Os próprios mistérios divinos que se cumprem nela e em redor dela permanecem habitualmente no véu da fé. Assim, por exemplo, a extrema pobreza em que nasceu Jesus, a necessidade de fugir para o Egito, a fim de salvar o Menino Deus das fúrias de Herodes. O silêncio de Deus durante trinta anos em Nazaré. Maria, porém, nunca duvidou que aquele Menino fraco e impotente, necessitado de cuidados maternos e de proteção como qualquer outra criança, fosse o Filho de Deus. Maria sempre creu, mesmo quando não compreendia.

Maria nos ensina que o Senhor não nos pede que compreendamos seus desígnios, mas que creiamos sempre com todas as nossas forças e confiemos na presença d’Ele em nossa caminhada, por mais difícil que seja caminhar.

Como Maria, nós também, precisamos crescer em nossa fé. E isto acontece, sobretudo, quando vivemos em comunidade, porque nela encontramos tudo que precisamos para o seu crescimento. Na comunidade nós temos os sacramentos ao nosso alcance, especialmente os sacramentos da Penitência e da Eucaristia; a Palavra de Deus, proclamada e explicada, que é Luz para os nossos passos, uma Lâmpada em nosso caminho; os irmãos que nos evangelizam; momentos de Celebração; reflexão e estudo; a certeza absoluta do Ressuscitado em nosso meio. Uma coisa é certa: ninguém cresce na fé sozinho, isolado. O que aconteceu com Tomé pode acontecer conosco também. Quando Jesus Ressuscitado apareceu pela primeira vez aos Apóstolos ele não estava presente, estava fora da comunidade. Os outros discípulos contaram-lhe: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.

Oito dias depois, os discípulos encontravam-se reunidos na casa, e Tomé estava com eles. Estando as portas fechadas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. Não sejas incrédulo, mas crê!” Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!”

Tomé fez esta bela profissão de fé, porque estava na comunidade. Se ele estivesse continuado fora da comunidade, certamente teria sido um Apóstolo a menos. Portanto, procuremos cultivar sempre a nossa fé, sobretudo, vivendo e crescendo em comunidade! E que Deus nos conceda a graça de renunciarmos a tudo que poderá atrapalhar ou impedir o crescimento da nossa fé, dom de Deus, recebido no Batismo.

Não deixemos que este Ano da Fé passe em branco! Vamos vivê-lo intensamente, meditando diariamente a Palavra de Deus, procurando colocá-la em prática, conhecendo melhor o Novo Catecismo da Igreja Católica e valorizando mais e mais a vida em Comunidade.

Um feliz e proveitoso Ano da Fé para você e sua família!