Dom Darci Nicioli assume Comissão para a Comunicação

dom_darci_joseFoi eleito no segundo escrutínio para presidir a Comissão Episcopal Pastoral para Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) o bispo titular de Tito e auxiliar de Aparecida (SP), dom Darci José Nicioli. Ele recebeu 207 votos, ultrapassando a maioria absoluta requerida de 138.

No último quadriênio 2011-2015 a comissão foi presidida por dom Dimas Lara Barbosa.

Currículo

Nascido em Jacutinga (MG) em 1959, dom Darci foi ordenado sacerdote em 1986. Estudou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (SP) e Teologia no Instituto Teológico São Paulo (ITESP).  O bispo também é mestre em Teologia pelo Pontifício Ateneo St. Anselmo, de Roma.

Em novembro de 2012 foi nomeado bispo auxiliar de Aparecida (SP) pelo papa Bento XVI, tornando-se à época o bispo brasileiro mais jovem.

Seu lema episcopal é “Que a tua luz brilhe”.

Fonte: CNBB

 

Fotos: Celebração dos 25 anos de ordenação episcopal de Dom Ricardo

O Arcebispo emérito de Pouso Alegre, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, O. Praem, celebrou 25 anos de ordenação episcopal na manhã desta terça-feira, dia 21 de abril, às 10h, com solene Celebração Eucarística em Ação de Graças na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, MG.

A celebração contou com a presença de alguns bispos, dos padres e seminaristas, de religiosas, amigos e fiéis de nossa Arquidiocese.
Dom Ricardo recebeu muitas manifestações de carinho e se sentiu muito emocionado e feliz. A Santa Missa teve transmissão ao vivo da TV Libertas.

Confira algumas fotos da celebração e confraternização:

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Fotos: Pascom Santuário de Ouro Fino/ Dalila de Jesus Lopes

CNBB elege presidente, vice-presidente e secretário geral.

As eleições para os cargos de presidente, vice-presidente, secretário geral foram realizas hoje, 20 de abril.

 Podem votar somente os membros efetivos da Conferência dos Bispos, ou seja, os bispos diocesanos e coadjutores, bispos auxiliares, bispos titulares que exerçam um ofício especial, confiado pela Santa Sé ou pela CNBB, além dos prelados das Igrejas orientais católicas. De acordo com dados da Conferência, do mês de abril, há 313 bispos na ativa, incluindo os cardeais e arcebispos.

O novo Presidente da CNBB

Dom Srgio da Rocha 1 640x629O arcebispo de Brasília (DF), dom Sérgio da Rocha, foi eleito na manhã desta segunda-feira, 20, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido ainda no primeiro escrutínio, após receber 215 votos, superando assim os 196 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição.

Currículo de dom Sérgio

O arcebispo de Brasília e novo presidente da CNBB nasceu em Dobrada, no estado de São Paulo, em 1959 e foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão (SP) em 1984.

Foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001, como auxiliar de Fortaleza (CE) e sua ordenação episcopal foi realizada em agosto do mesmo ano, na Catedral de São Carlos (SP), pelos bispos ordenantes dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, dom Joviano de Lima Júnior e dom Bruno Gamberini.

Em janeiro de 2007 o papa Bento XVI o nomeou como arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado para arcebispo metropolitano de Brasília.

Dom Sérgio estudou Filosofia no Seminário de São Carlos (SP) e Teologia na Pontifícia Universidade de Campinas (SP). O arcebispo é mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.

Dom Sérgio tem como lema episcopal “Omnia in Caritate” – “Tudo na caridade”

Vice-presidente da CNBB

Dom Murilo eleitoO arcebispo de Salvador (BA) e primaz do Brasil, dom arcebispo Murilo Sebastião Krieger, foi eleito vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na tarde desta segunda-feira, 20 de abril, durante a 53ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP). O novo vice-presidente foi escolhido por maioria absoluta, no terceiro escrutínio, após receber 199 do total de 286 votos válidos.

Com o lema episcopal “Deus é amor” (Deus caritas est), dom Murilo é o 15º vice-presidente eleito em Assembleia Geral, para o quadriênio de 2011 a 2019. Durante a 49º Assembleia Geral da CNBB de 2011, foi eleito membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Campanha para a Evangelização da CNBB.

Dom Murilo é autor de dez livros publicados por editoras nacionais, entre eles destaca-se sua última obra “Anunciai a Boa Nova” e “Alegre-se: Deus é amor”.

Vida e formação

Dom Murilo é natural de Brusque (SC), nascido em 19 de setembro de 1943. Estudou Filosofia em Brusque de 1964 a 1965 e Teologia no Instituto Teológico SCJ, em Taubaté de 1966 a 1969. É licenciado em Letras (Português), na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, em São Paulo. Frequentou cursos de espiritualidade em Universidades Pontifícias de Roma, em 1980.

Após o noviciado, ingressou na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, professando os votos religiosos a 2 de fevereiro de 1964. No dia 7 de dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote em Brusque (SC). Foi pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Taubaté no ano de 1970.

Trajetória no episcopado

Em 1985, o papa João Paulo II o nomeou bispo auxiliar de Florianópolis (SC). Foi ordenado bispo em sua cidade natal, no dia 28 de abril de 1985. Esteve como bispo de Ponta Grossa (PR) de 1991 a 1997, presidente do regional Sul 2 da CNBB, por dois mandatos, de 1995 a 1999 e 1999 a 2000.

Em 1997, o papa João Paulo II o nomeou arcebispo de Maringá (PR) e, no ano de 2002, tornou-se arcebispo de Florianópolis. No dia 12 de janeiro de 2011, o papa Bento XVI o nomeou arcebispo de São Salvador (BA), com posse no dia 25 de março do mesmo ano.

Secretário Geral

dom leonardo 53agcnbbO episcopado brasileiro, reunido em Aparecida (SP), de 15 a 24 de abril, por ocasião da 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reelegeu nesta segunda-feira, 20, o bispo auxiliar de Brasília (DF), dom Leonardo Steiner, como secretário geral da entidade. O bispo foi reeleito no segundo escrutínio, após receber 228 votos, ultrapassando assim, os 194 que corresponderam aos dois terços necessários para a eleição

Em 2011, durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner foi eleito secretário geral da entidade, tendo como missão implantar e dinamizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (2011-2015) nas dioceses na Igreja no Brasil.

Com o lema “Verbo feito carne”, dom Leonardo foi nomeado bispo em 02 de fevereiro de 2005, pelo papa João Paulo II. Natural de Forquilhinha (SC), nasceu em 06 de novembro de 1950, filho de Leonardo Steiner e Carlota Arns Steiner.

Dom Leonardo possui mestrado e doutorado em Filosofia, ambos concluídos na Pontifícia Universidade Autonianum, em Roma. É formado em diversos cursos de licenciatura como em Filosofia, Letras, Administração Escolar, Orientação Educacional, Supervisão Escolar e Magistério, e bacharel em Pedagogia pela Universidade Sagrado Coração (USC).

Perfil e missão

Foi bispo prelado de São Félix (MT), ordenado presbítero em 1978, em Forquilhinha e bispo em Blumenau (SC). Dom Leonardo estudou Filosofia e Teologia no Instituto Franciscano de Filosofia e Teologia da Província Franciscana da Imaculada Conceição, em Petrópolis (RJ).

Em sua trajetória presbiteral, dom Leonardo atuou como professor e orientador educacional no colégio dos Meninos Cantores de Petrópolis de 1976 a 1977; mestre dos postulantes, professor e orientador educacional no Seminário Santo Antônio, mestre dos Noviços e mestre dos Irmãos de profissão temporária, vigário paroquial junto às paróquias de São Benedito, Guaratinguetá, São Paulo Apóstolo, Agudos e São Francisco (todas em São Paulo) e Rodeio (SC).

Foi secretário para a Formação e Estudos da Província da Imaculada Conceição, conselheiro espiritual das equipes de Nossa Senhora. Também exerceu o cargo de vigário paroquial da paróquia do Senhor Bom Jesus dos Perdões, na arquidiocese de Curitiba (PR) e professor na Faculdade de Filosofia São Boaventura, da Associação Bom Jesus.

Trajetória no episcopado

Dom Leonardo foi bispo de São Félix (MT), de 2005 a 2011; vice-presidente do regional Oeste 2 da CNBB, de 2008 a 2011; membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, de 2008 a 2011; bispo referencial para os Presbíteros, o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e  a Juventude, também no regional Oeste 2. Em 2011, dom Leonardo Steiner foi eleito secretário geral da CNBB.

Dom Majella participa de apresentação do Projeto Rota 300

rota300O projeto “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão” foi apresentado oficialmente aos bispos brasileiros na manhã deste sábado (18), na 53ª Assembleia Geral da CNBB. Além do presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Eduardo Pinheiro, conduziram a apresentação o referencial da juventude no Regional Centro Oeste e atual Arcebispo de Pouso Alegre, no Regional Leste II, Dom José Luiz Majella, e o jovem da Pastoral da Juventude Estudantil (PJE), Iago Ervanovite, que representou a coordenação da Pastoral Juvenil Nacional.

Dom Eduardo falou sobre como o “Rota 300” – nome de apresentação do projeto – se relaciona em sintonia com o Jubileu promovido pelo Santuário Nacional, sendo algo direcionado aos jovens e assumido pela Comissão. Para isso, o apoio dos bispos de todas as regiões é fundamental. “Esse projeto tem a finalidade de potencializar o trabalho com a juventude lá na diocese. Então os bispos precisam conhecer bastante o projeto, vestirem a camisa e passarem isso aos seus padres, religiosos e adultos que têm um compromisso sério em suas realidades”, reforçou.

Um pouco antes do momento, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, introduziu o tema explicando aos bispos o Jubileu “300 anos de bênçãos”, do Santuário Nacional de Aparecida e que recebe o apoio da Igreja do Brasil. Segundo Dom Damasceno, as dioceses são chamadas a viverem com intensidade esse momento, com eventos e a peregrinação da imagem de Nossa Senhora Aparecida em suas realidades eclesiais.

“O projeto agora sai das nossas mãos e chega até os bispos, então podemos dizer que é a fase do encantamento. Aquilo que já nos encantou, a que já estamos convencidos, é o que queremos sensibilizar os bispos, de que este encantamento jovem é uma realidade que precisa acontecer nas dioceses. Esperamos que o projeto tenha sensibilizado o coração dos bispos para eles sentirem que o Rota 300 não é apenas da juventude, é de toda a Igreja”, explicou Dom José Luiz Majella, sobre a importância do momento de apresentação na Assembleia Geral.

A receptividade dos bispos ao projeto já foi sentida pelo jovem Iago, que falou sobre o cronograma e deu outras considerações gerais. Cartilhas com as informações foram distribuídas entre os presentes e a atenção que os bispos deram à apresentação foi considerada positiva. “Do palco era possível perceber eles prestando muita atenção, acompanhando os slides e lendo a cartilha, procurando saber como fazer o projeto acontecer”, descreveu após receber aplausos pela explicação.

O projeto

Para celebrar os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, a Comissão Episcopal Pastoral para Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), promove o projeto “300 anos de bênçãos: com a mãe Aparecida, juventude em missão”. Uma das primeiras ações será uma vigília no Santuário Nacional, voltada aos jovens, nos dias 18 e 19 de abril.

A celebração dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora é uma iniciativa da coordenação do Santuário Nacional, e do Conselho Pastoral da CNBB (Consep). O projeto, fundamentado no Documento 85, inspirado pelo dinamismo missionário da JMJ e pelas conclusões do Encontro de Revitalização da Pastoral Juvenil (2013), se realizará a partir da peregrinação da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, pelas mãos dos jovens, nas dioceses brasileiras, no período de 2015 a 2017.

De acordo com o assessor da Comissão, padre Antonio Ramos, a ideia de uma programação que contemple o jovem surgiu de uma reunião da coordenação nacional da Pastoral Juvenil, onde se observou a necessidade de se dar continuidade ao projeto de revitalização, e fomentar o espírito de missão, assim como aconteceu no Bote Fé, que antecedeu a JMJ Rio 2013.

Ele explica que o trabalho da Comissão para esses 300 anos parte dos três eixos propostos pelo Encontro Nacional de Revitalização, que aconteceu em 2013: missão, capacitação e estrutura de acompanhamento.

Para cada eixo, serão formulados subsídios e dinâmicas de diferentes formatos, que se completam. “Esperamos dar continuidade ao projeto de revitalização e chegar em 2017 mais fortalecidos na evangelização da juventude”, destaca o assessor.

Fonte: jovensconectados.com.br

Dom Ricardo Pedro celebra 25 anos de episcopado

O arcebispo emérito de Pouso Alegre (MG), dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, O.Praem., celebrará no dia 21 de abril, seus 25 anos de ordenação episcopal.

Para marcar a data, uma Missa será celebrada às 10 horas na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, em Ação de Graças pelo Jubileu de Prata Episcopal.

Padres de diversas paróquias, religiosos, religiosas e fiéis de toda a arquidiocese sul mineira são esperados para juntamente com o arcebispo emérito agradeceram pelos 25 anos de sua ordenação episcopal.

Arcebispo Emérito

Conforme determina o Código de Direito Canônico, ao completar 75 anos o bispo deve enviar carta de renúncia ao Vaticano, o que fez Dom Ricardo. No dia 28 de maio do ano passado o Papa Francisco aceitou o pedido e Dom Ricardo tornou-se o primeiro arcebispo emérito de Pouso Alegre.

Mineiro de Capelinha, Dom Ricardo nasceu no dia 6 de agosto de 1938. Em 1961 ingressou no noviciado dos Cônegos Premonstratenses (Ordem fundada por São Norberto), em Pirapora do Bom Jesus (SP). Foi ordenado padre em 29 de junho de 1967.

Foi designado bispo de Leopoldina (MG), pelo Papa João Paulo II, em 14 de março de 1990. No dia 21 de abril do mesmo ano foi ordenado bispo, em Contagem (MG). Em 16 de outubro de 1996, Dom Ricardo foi nomeado arcebispo da Arquidiocese de Pouso Alegre, vindo a tomar posse em 3 de dezembro.

Dom Ricardo é o sexto bispo, terceiro arcebispo e primeiro arcebispo emérito da Arquidiocese de Pouso Alegre.

Transmissão ao vivo

O Arcebispo emérito de Pouso Alegre, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, O. Praem, celebra 25 anos de ordenação episcopal a ser celebrado no dia 21 de abril, terça-feira, às 10h, com solene Celebração Eucarística em Ação de Graças na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, MG.

A Santa Missa terá transmissão ao vivo da TV Libertas e das Rádios da Arquidiocese de Pouso Alegre, Rádio Difusora, sintoniza em 710 Khz AM ou no site http://difusorapousoalegre.com.br/  e Rádio Paraisópolis 1490 Khz AM ou no site http://www.radioparaisopolis.com.br/

Com informações de: http://webradio13demaio.com/

Número de católicos cresce e chega a 1,2 bilhão

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Cidade do Vaticano (RV) – Os católicos batizados no mundo passaram de 1,115 a 1,254 bilhões, entre 2005 e 2013, o que representa um aumento de 12%. No mesmo período, a população mundial passou de 6,463 a 7,094 bilhões. A percentagem de católicos batizados no mundo, portanto, representa 17,7% da população. Os dados estão contidos no Anuário Pontifício 2015, publicado esta quinta-feira (16/04).

Os percentuais, no entanto, sofrem variações nos diversos continentes. A Europa, por exemplo, com um crescimento populacional tendendo ao declínio nos próximos decênios, observou um leve aumento dos batizados em 2013, totalizando 287 milhões, 6,6 milhões a mais em relação a 2005.

Na realidade africana, por sua vez, os católicos tiveram um incremento de 34%, passando de 153 milhões em 2005 a 206 milhões em 2013. O aumento deve-se, sobretudo, à elevação da presença dos fiéis batizados. Os católicos, que representavam 17,1% da população africana em 2005, oito anos mais tarde passaram a representar quase 19% da população no continente.

Católicos em crescimento na América e Ásia

O crescimento de fiéis na América e Ásia, por sua vez, teve um incremento de 10,5 e 17,4%, explicável em parte pelo aumento populacional registrado no período. Em termos relativos, de fato, os católicos americanos mantém o percentual de 63% da população, enquanto na Ásia a incidência de católicos passou de 2,9% em 2005 a 3,2% em 2013.  Na Oceania a incidência de católicos batizados por cada cem habitantes permanece estável, não obstante em valores absolutos tenha observado um leve decréscimo.

Apostolado em aumento

A força do apostolado, constituída por bispos, sacerdotes, diáconos permanentes, religiosos não sacerdotes, religiosas professas, membros de institutos seculares, missionários leigos e catequistas, perfazia um total de 4.762.458 ao final de 2013, com uma variação positiva de 300 mil em relação à mesma data de 2005. Os percentuais entre os diversos componentes que constituem as forças de apostolado possuem grande variação nos diversos continentes. Na média mundial, a relação percentual entre a soma dos bispos, dos sacerdotes e dos diáconos permanentes e o complexo de todos os agentes pastorais resultava, no final de 2013, de 9,7%, com valores inferiores na África (8,1%) e no sudeste asiático (9,4%) e valore superiores na Europa (19%) e na América do Norte (12,5%). Os territórios de missão, assim, se caracterizam por um acentuado apostolado leigo.

Hierarquias locais substituem bispos missionários

Em 31 de dezembro de 2013 estavam presentes em todas as circunscrições eclesiásticas 5.173 bispos, o que representa um aumento de 40 prelados em relação ao ano precedente, número um pouco inferior à média dos últimos oito anos. A presença mais numerosa de bispos está na América e Europa, onde vivem, respectivamente, 37,4 e 31,4 dos bispos do planeta, seguidos pela Ásia (15,1%), África (13,6%) e Oceania (2,5%). Um aspecto interessante a ser destacado é o do lento mas gradual processo de substituição dos bispos missionários pelas hierarquias locais. Considerando como indicador deste fenômeno a relação percentual entre os bispos não-nativos no continente e o total, se observa que no período de 2005 a 2013 o valor deste índice diminuiu na Oceania, África e América, enquanto aumentou na Europa e Ásia, mesmo que levemente.

Sacerdotes em aumento na África e Ásia

O número total de sacerdotes – diocesanos e religiosos -, no final de 2013, era de 415.348, 0,3% superior ao ano precedente. O incremento verificou-se em todos os territórios, com exceção da América do Norte e Europa, onde o número de sacerdotes reduziu de 1,4 a 1,2%. A América Central teve um aumento de 1,6% no número de sacerdotes, a América do Sul de 1,0%, o Sudeste asiático de 2,4% e a África 4,2%. Comparando com o ano de 2005, o aumento total do número de sacerdotes foi de 2,2%. As maior variações positivas ocorreram na África (29,2%) e na Ásia (22,8%), enquanto na Europa houve uma queda de 7,1%. A distribuição dos sacerdotes por área geográfica coloca em evidência uma acentuada concentração, com 44,3% dos sacerdotes no continente europeu, onde vivem pouco menos de 23% de todos os católicos no mundo, contra 29,6% dos sacerdotes na América, onde vivem 49% dos católicos. A Ásia tem 14,8%  dos sacerdotes para 10,9% de católicos; a África 10,1% com 16,4% de católicos e por fim, a Oceania, com 1,2% dos sacerdotes e 0,8% dos católicos.

Diáconos permanentes em crescimento

Os diáconos permanentes, diocesanos e religiosos, estão em forte expansão, quer a nível mundial, quer em cada continente em particular, passando de um total de 33.391 em 2005 para mais de 43 mil em 2013, com um aumento percentual de 29%. Europa e América registram quer a consistência numérica mais significativa, quer o aumento mais dinâmico. Na América, por exemplo, existiam mais de 21 mil diáconos em 2005 que passaram a 28 mil em 2013. Estes dois continentes, sozinhos, representavam em 2013, 97,6% do total mundial, com o restante dividido entre África, Ásia e Oceania.

Religiosos não-sacerdotes aumentaram

O grupo dos religiosos professos não-sacerdotes teve um aumento percentual de 1,0% entre 2005 e 2013. Em 2005 eram 54.708 em todo o mundo, passando a 55 mil em 2013. A África e a Ásia observam uma variação positiva de 6 e 30%, respectivamente. Em 2013, estes dois continentes representavam mais de 36% do total. No sentido inverso, o grupo constituído pela Europa (com variação negativa de 10,9%), América (-2,8%) e Oceania (-2,0%).

Religiosas em diminuição

As religiosas professas diminuíram 1,3% entre 2012 e 2013, valor que iguala a média anual entre 2005 e 2013, quando passaram de 760.529 para  693.575, com uma variação negativa total de 8,8%. A queda, também neste caso, diz respeito à Europa, América e Oceania, com redução de 18,3%, 15,5% e 17,1%, respectivamente.  Na África e na Ásia, por sua vez, o incremento foi de 18% e 10% respectivamente. A incidência em relação ao total mundial em 2005 e em 2013 é praticamente a mesma na Oceania. O peso da Europa e da América, pelo contrário, caiu de 42,5% para 38% e de 28,3 para 26,2% respectivamente, enquanto o da Ásia subiu de 20,2 para 23,8% e das religiosas africanas de 7,7 a 10,1%.

Vocações sacerdotais em queda

Após um período de constante aumento do número de vocações sacerdotais, com um maior crescimento observado em 2011, se assiste no último biênio a uma inversão desta tendência. O número total dos inscritos nos cursos de filosofia e de teologia dos centros diocesanos e religiosos de formação ao sacerdócio de todo o mundo católico foi de 118.251 em 2013 contra 120.616 em 2011, uma leve queda de 2%. A diminuição das vocações sacerdotais em 2013 foi geral, com única exceção no continente africano, que viu um aumento de 1,5%. Na América do Norte, em particular nos Estados Unidos, houve uma redução de 5,2% entre 2011 e 2013. A América Central viu um contração de 0,1% das vocações sacerdotais, enquanto a América do Sul registrou, no mesmo período, uma diminuição de quase 7%, com destaque para a Colômbia (-10,5%), Chile (-11,2%) e Peru (-11,2%). O Brasil, por sua vez, viu reduzir em 6,7 % o número de vocações sacerdotais.

Também no continente asiático houve uma leve queda de 0,5% em relação a 2011. O fato foi observado sobretudo na Indonésia, na Coreia e nas Filipinas, enquanto na Índia o número de seminaristas cresceu 0,5%. No continente europeu, verificou-se uma queda de 3,6% no biênio. Contribuíram para este fenômeno sobretudo a Polônia (-10%), Grã Bretanha (-11,5%), Alemanha (-7,7%), República Tcheca (-13%), Áustria (-10,9%), França (-3,5%) e Espanha (-1,8%). Por outro lado, as vocações tiveram um aumento na Itália (0,3%), Ucrânia (4,5%) e Bélgica (7,5%). Já na Oceania, o número de seminaristas reduziu-se em 5,1% entre 2011 e 2013.

A redação do Anuário Pontifício esteve sob os cuidados de Mons. Vittorio Formenti, encarregado do Departamento Central de Estatística da Igreja, do Prof. Enrico Nenna, além de outros colaboradores. (JE/Sedoc)

Fonte: Rádio Vaticano

Tem início a 53ª Assembleia Geral da CNBB em Aparecida

Foto: Thiago Leon/ Portal A12.com
Foto: Thiago Leon/ Portal A12.com

A missa das 7h30, no Altar Central, do Santuário Nacional de Aparecida marcou a abertura da 53ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, nesta quarta-feira (15). A celebração foi presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno Assis. A missa foi concelebrada pelo vice-presidente da CNBB e Arcebispo de São Luís (MA), dom José Belisário as Silva, pelo secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

No início da celebração, Dom Raymundo Damasceno saudou e agradeceu ao Núncio Apostólico, Dom Giovanni D’ Aniello, ao Monsenhor Thomas, Conselheiro da Nunciatura apostólica, aos colaboradores da 53ª  Assembleia Geral; aos profissionais de imprensa que divulgam a assembleia; aos Presidentes de  organismos e Representantes de Pastorais, ao Santuário Nacional e fiéis da Arquidiocese de Aparecida e os romeiros presentes.

“Uma Assembleia Geral é sempre uma manifestação da nossa Igreja no Brasil. Existe o momento de encontro, partilha, troca de ideias, tudo isso é muito animador”, disse o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner.

Mais de 400 bispos estarão reunidos na 53ª Assembleia Geral (AG) da Conferência, que teve início nesta quarta-feira, 15, em Aparecida (SP). Durante o evento, que prosseguirá até o dia 24 de abril, os bispos irão atualizar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), levando em consideração os pronunciamentos do papa durante a Jornada Mundial da Juventude em 2013 e a exortação apostólica do papa Francisco,  Evangelii Gaudium. “Na assembleia passada os bispos tomaram a decisão de não mudar a estrutura das Diretrizes, mas sim atualizá-las com o magistério do papa Francisco”, explicou dom Leonardo.

As atuais DGAE contêm cinco urgências para a ação evangelizadora: Igreja em estado permanente de missão; Igreja: casa da iniciação à vida cristã; Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral; Igreja: comunidade de comunidades; e Igreja a serviço da vida plena para todos.

Comunhão e Fraternidade
Dom Leonardo ressalta que o encontro dos bispos é muito importante na comunhão da Igreja, sendo o verdadeiro ponto alto da Assembleia. “Só de nos encontramos com os bispos já é importante, pois muitos de nós só nos encontramos durante a Assembleia. Mas é um momento no qual refletimos, celebramos, caminhamos juntos, celebramos juntos e esse elo de comunhão e colegialidade é muito importante diante da diversidade do país”, lembra.

Além da atualização das DGAE, os bispos terão a missão de eleger a nova Presidência da entidade, composta pelo presidente, vice e secretário geral.

Além da Presidência da entidade serão eleitos os presidentes das doze comissões episcopais pastorais; e delegados da CNBB para o Conselho Episcopal Latino Americano (Celam) e para a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, marcada para outubro deste ano, no Vaticano.

Outros assuntos
A programação da 53ª Assembleia ainda prevê o debate sobre o texto de Estudo 107 da CNBB, “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade”, que trata do papel dos leigos. Ao longo do último ano, a publicação recebeu sugestões e propostas de emendas por todo o país e passará por uma nova avaliação nesta assembleia. “Vamos apresentá-lo, discuti-lo nos grupos e daremos continuidade à reflexão e aprofundamento do texto”, disse dom Leonardo

Durante a Assembleia também será discutida e aprovada a segunda edição do texto Pensando o Brasil. Desta vez, o subsídio abordará a temática das desigualdades sociais no Brasil  “Será o segundo pequeno volume que devagar desejamos criar, ‘Pensando o Brasil’”.

Haverá ainda a continuidade da discussão e aprofundamento sobre o tema do dízimo, iniciada na última assembleia e que, de acordo com a decisão dos bispos, pode ser finalizada na assembleia seguinte ou em alguma reunião do Conselho Permanente da CNBB. “Pode-se chegar a publicar um documento orientativo sobre o dízimo após a finalização das discussões”, indicou dom Leonardo.

Programação
A 53ª Assembleia Geral da CNBB terá início, no dia 15, às 7h30, com missa no Santuário Nacional de Aparecida. A cerimônia de instalação da AG acontecerá no mesmo dia, às 9h15, no auditório do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho e será aberta à imprensa.

Todos os dias das 7h30 às 8h45 serão celebradas missas com laudes (exceção do domingo, 19 de abril), no Santuário Nacional de Aparecida, com transmissão ao vivo pelas emissoras católicas de rádio e televisão.

Os trabalhos da Assembleia serão desenvolvidos em quatro sessões, sendo duas pela manhã (9h15 às 12h45) e duas à tarde (15h40 às 19h30).

As entrevistas coletivas acontecerão sempre às 15h, na Sala de Imprensa do Centro de Eventos, com a presença de três bispos designados pela Presidência da Assembleia. O porta-voz será o arcebispo de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, dom Dimas Lara Barbosa.

No dia 17 de abril, sexta-feira, haverá sessão solene ecumênica em Ação de Graças pelos 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano II.

O retiro dos bispos terá início no dia 18, sábado, às 15h, e terminará no domingo, 19, às 11h30, com uma missa no Santuário de Aparecida e envio missionário da juventude.

A cerimônia de encerramento da 53ª Assembleia será realizada no Centro de Eventos, no dia 24 de abril, às 10h30, com a cerimônia de posse da nova Presidência e do Conselho Episcopal Pastoral.

Por Andrei Nicioli

Com informações: Portal A12.com e CNBB

Convite para Missa de Ação de Graças e Saudação de Mons. Edson Oriolo

conedsonA Catedral Metropolitana de Pouso Alegre convida V.Revma. a participar da missa em Ação de Graças pela nomeação do Revmo. Mons. Edson Oriolo a ser realizada hoje dia 15 de abril às 19h.

Saudação 

No dia 16 de março, envolvido com a inesperada doença do Mons. Vicente Gomes, meu Cirineu, fui surpreendido por um telefonema do Mons. Piergiorgio Bertoldi convocando-me para ir à Nunciatura Apostólica. Não houve tempo para refletir sobre o chamado inusitado, pois outro telefonema informava que Mons. Vicente, que já estava na UTI, acabava de ter uma parada cardiorrespiratória, encontrando-se em estado grave. Na quarta-feira, dia 18, ainda sob o forte efeito do passamento do querido amigo e colaborador, recebo outro telefonema da Nunciatura.

Na sexta-feira, dia 20, estando num curso em São Paulo, resolvi ir à Brasília. Na sede da Nunciatura Apostólica, fui recebido pelo Mons. Bertoldi que disse-me: “Pe. Edson, o Núncio Apostólico no momento encontra-se fora do País”. Em seguida, entregou uma carta endereçada a mim.  “Leia e eu volto daqui a pouco”. Na carta soube que o Santo Padre o Papa Francisco havia me nomeado Bispo Titular de Segia e Auxiliar do Excelentíssimo Sr. Arcebispo de Belo Horizonte.

Por um momento, refletindo sozinho, fiquei totalmente estático. O silêncio foi interrompido pela chegada do Mons. Bertoldi. Nada falei, fiquei apenas ouvindo-o dizer como tudo se tinha encaminhado. O Papa havia me nomeado e aguardava minha resposta. Sua Santidade o Papa Francisco esperava o meu sim para ser Bispo Auxiliar de Belo Horizonte, enfatizou o Mons. Encarregado de Negócios a.i.  Entre uma e outra conversa, perguntou-me o porquê do medo. Consciente do que significava aquele momento pedi alguns dias para rezar, pensar e responder.

Voltando para São Paulo e depois para Pouso Alegre, dispus-me amadurecer essa ideia, em oração. Fiz uma avaliação da minha caminhada humana e sacerdotal. Conscientizei-me, uma vez mais, do alcance dos meus limites e de quais foram as aspirações que nortearam minha formação e meu sacerdócio. Refleti quais seriam as razões deste chamado. Tocou-me profundamente a convicção de que sou apenas instrumento da graça de Deus. Percebi com clareza a ação constante da Misericórdia Divina na minha história de discípulo.

No dia 25 de março, festa da Anunciação a Nossa Senhora, assenti à nomeação. Aceitei o chamado da Igreja, na obediência, amparado na confiança de que a Misericórdia de Deus está comigo e sempre estará. Na segunda-feira santa, dia 30 de março, S. Exa. Dom Walmor Oliveira Azevedo, telefonou-me manifestando sua alegria por ter aceito fazer parte da família arquidiocesana de Belo Horizonte. Percebi a grande consolação de Deus, na acolhida expressa nas palavras de pai, irmão e amigo de meu arcebispo Dom Walmor.

Neste momento importante da minha vida, desejo reconhecer a insondável ação da Misericórdia de Deus. Só me é possível compreender esse chamado para o episcopado como proveniente do “alto”. A comoção invade o meu coração ao verificar de quantas formas o Senhor vem demonstrando a sua misericordiosa bondade para comigo.  Agradeço, filialmente, ao Santo Padre, o Papa Francisco, pela confiança em mim depositada, renovando-lhe o desejo de viver na obediência e plena comunhão. Expresso, também, o meu agradecimento ao senhor Arcebispo Metropolitano, Dom Walmor, por aceitar-me em sua família arquidiocesana, bem como aos demais senhores bispos auxiliares e eméritos.

Recomendo a Deus todas as pessoas, vivas (José Eugenio meu pai, Flavio e Claudia irmãos, sobrinhos, familiares e amigos) e falecidas (Alzira Oriolo minha mãe, Mons. Pedro Cintra e Mons. Vicente Gomes), bem como os arcebispos, irmãos sacerdotes, leigos e leigas com os quais compartilhei a vida ministerial na arquidiocese de Pouso Alegre. Todos, sem exceção, foram instrumentos da graça e do amor de Deus em minha vida.

Envio o meu abraço fraterno ao povo de Deus que está na Igreja Arquidiocesana de Belo Horizonte, espalhado por tantas paróquias, comunidades, grupos, pastorais e movimentos. Desejo saudar cada bispo, sacerdote, religioso, religiosa, seminarista, leigo e leiga que dedica a vida no anúncio do Evangelho, cumprindo o sublime mandato de Cristo. Saibam que vou para junto de vocês no desejo de servir e de construir comunhão, dedicando todas as minhas energias na ação pastoral, auxiliando o nosso pastor Dom Walmor.

Estou vivenciando o meu reconhecimento a Deus pelo dom da vocação. As alegrias do jubileu de meu ministério sacerdotal (25 anos, no próximo dia 5 de maio), totalmente dedicado à Arquidiocese de Pouso Alegre que amo, são agora intensificadas na plenitude do sacerdócio para a qual sou chamado. Desejo continuar servindo a Igreja de Cristo, consciente de minhas limitações e do quanto é necessário esperar da graça e da misericórdia. Convido a todos para compartilharem comigo o momento especial da minha ordenação episcopal, no próximo dia 11 de julho, às 15h, na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre.

Que Deus me capacite para viver a missão de “Pastor” e de “Sumo Sacerdote”. No exercício do meu ministério episcopal quero fazer-me um dom para todos, segundo a “mansidão” e “a pureza de coração” do Bom Pastor, que veio para servir e não para ser servido. Peço que rezem por mim, estejam comigo na oração, para que eu saiba acolher, caminhar e edificar, para que eu possa “anunciar as riquezas da misericórdia”.

Consagro-me a Maria, Senhora das Graças, suplicando a proteção materna para que eu corresponda ao grande amor que Deus nos tem demonstrado.

Mons. Edson Oriolo