Pascom realiza segundo encontro arquidiocesano de comunicadores

70 agentes da Pastoral da Comunicação (Pascom) de diversas paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre se reuniram neste domingo, 30, para o II Encontro Arquidiocesano de Comunicadores. O encontro ocorreu na Escola Profissional Delfim Moreira, em Pouso Alegre. Um momento de partilha, união e reflexão sobre a comunicação realizada nas comunidades paroquiais.

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Segundo o coordenador Arquidiocesano da Pascom, o seminarista estagiário Andrey Nicioli, o grande objetivo desse encontro foi estreitar laços, possibilitar que os agentes paroquiais se conhecessem.

“Estamos utilizando o termo #FamíliaPascom para que os agentes percebem a necessidade de um se responsabilizar pelo outro. Não podemos querer caminhar divididos, cada um no sua paróquia, mas somos uma família e precisamos fazer as notícias circularem, tanto na paróquia quanto na arquidiocese. Queremos anunciar Jesus Cristo, e para isso precisamos nos preparar. Em sintonia com a Igreja no Brasil, queremos oferecer aos nossos agentes momentos de espiritualidade, de formação e de capacitação para que o anúncio seja de qualidade”, ressaltou.

11917742_163208554013785_1202810288024824052_nNo período da tarde, o encontro foi coordenador pelo diretor de projetos do Portal A12 e apresentador da TV Aparecida, padre Helder José, que a partir de sua experiência, ajudou os comunicadores a pensarem os trabalhos realizados nas paróquias.

“O mundo avançou de uma maneira muito rápida. o trabalho que a Pascom tem a exercer, trabalhar com comunicação, ao mesmo tempo que precisamos pensar no conteúdo, de maneira dinâmica e cativante, nós precisamos também muito grande, porque a formação, enquanto agentes, precisa ser muito bem pensada, porque não basta criar e tentar fazer alguma coisa, mas exige criatividade e formas aprimoradas de comunicar dentro de nossas comunidades. É necessário ter noções, é necessário ter pessoas capacitadas para isso”.

“Enquanto Pascom, nós não podemos ficar reféns somente da boa vontade do serviço voluntário que cada um presta, com todo carinho e amor. Mas é preciso investir, é preciso que nossos párocos invistam em comunicação. A sociedade da informação produz uma revolução cultural. A mídia forja uma nova cultura, que nasce antes de seus conteúdos. Não é suficiente a Igreja utilizar a mídia para difundir a mensagem cristã, mas é necessário integrar a mensagem nesta nova cultura”, afirmou.

Padre Helder também fez os participantes pensarem:

“Como nós, enquanto Igreja, nos capacitamos para usar dos meios? estamos aqui conversando sobre pastoral da comunicação, mas tenho certeza que tem um monte de coisas que vocês desconhecem, que eu desconheço. É preciso estudar muito sobre comunicação, trocarmos experiências”, disse.

Durante o encontro, os setores pastorais se reuniram e conversaram sobre os trabalhos já realizados, os medos, angústias, desafios e alegrias. Cada setor também escolheu um representante que vai auxiliar na coordenação da Pascom Arquidiocesana, juntamente com a equipe piloto, formada, além do seminarista Andrey Nicioli, por Éder Couto (Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Pouso Alegre) e Camila Taveira (Paróquia Santo Antônio – Jacutinga).

A nova coordenação, a partir de agora, começa a estruturar o calendários para as oficinas, retiros e próximos encontros.

 

Fotos: Pascom Paróquia São Cristóvão – Pouso Alegre

Paróquia de Ouro Fino acolhe novo pároco e vigário

11899926_766335356808253_5682710777149770453_nNa noite da última quinta-feira, 27, a Paróquia São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima, em Ouro Fino, acolheu seu novo pároco, Cônego Mauro Morais, e o novo vigário paroquial, padre Agenor Roberto da Silva. A missa na qual foi dada a posse canônica foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., e concelebrada por diversos padres do clero de Pouso Alegre. Centenas de fiéis também participaram da celebração.

Ainda no início da celebração, após a leitura do documento de nomeação do novo pároco, cônego Mauro fez sua profissão de fé e juramento de fidelidade, como determina a disciplina da Igreja a todos os fiéis que são chamados a exercer um cargo em nome da Igreja.

Em sua homilia, recordando a memória de Santa Mônica, Dom Majella lembrou os dois exemplos deixados por essa mulher que por 33 anos rezou pela conversão do seu filho, Santo Agostinho.

“O primeiro é a persistência. A persistência da oração, a persistência de um coração de mãe que está sempre pronto, a persistência de um coração de mãe que acredita no agir de deus. Um segundo exemplo é o acreditar na hora certa. Rezar resolve sempre. Ela rezou e viu o resultado da sua oração. E podemos colocar isso no nosso coração: sermos persistentes na nossa oração.  O Evangelh0 fala da vigilância. Jesus demonstrava para nós que precisamos estar11890911_766328106808978_2514637342065079307_n vigilantes, pois não sabemos o dia nem a hora que o senhor estará nos chamando. A vigilância significa estar em prontidão e nós fortalecemos a vigilância quanto mais estamos enraizados em Jesus Cristo”, afirmou.

Segundo o arcebispo, ao empossar o novo pároco e apresentar o novo vigário, os fiéis e a Igreja esperam deles esta mesma vigilância e a mesma persistência.

“O que esperamos destes homem de Deus? que eles sejam persistentes, firmes, na fé, homens da oração, que acreditem na oração. E rezar resolve sempre. É isso que esperamos de um sacerdote. Que na sua vigilância, o padre deve estar sempre atento ao clamor do povo. Quando o povo começa a fraquejar na fé, o pároco precisa estar vigilante. Ele não pode dormir”, lembrou.

Após a homilia, o novo pároco foi interrogado publicamente manifestando sua disposição em cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com ele e cuidando com zelo da Paróquia que lhe foi entregue, renovando, assim, suas promessas sacerdotais.

Em seguida, Cônego Mauro foi conduzido pelo Arcebispo até alguns pontos singulares da igreja, relacionadas à função de pároco que vai exercer, como à porta principal da igreja, ao Sacrário, ao local de atendimento das confissões e à pia batismal, além da sede da presidência, lugar do pastor que tem a função de ensinar, santificar e governar. Padre Agenor, novo vigário paroquial, que tem como missão colaborar com o pároco nestas funções, também foi conduzido por Dom Majella. Calorosamente, ambos foram acolhidos pela comunidade.

Ao final da celebração, cônego Mauro, dirigiu suas primeiras palavras à comunidade, relembrando a história da paróquia e que quer dar continuidade aos trabalhos de evangelização.

“Estamos aqui para servir e não para sermos servidos. Por isso, contamos com a indispensável e generosa colaboração de todos, em especial, de nossas lideranças que atuam nas comunidades rurais e urbanas, nas pastorais e movimentos e nos conselhos comunitários e paroquial, para que nossa paróquia esteja sempre mais em profunda sintonia com as orientações do nossos queridos pastores, o Papa Francisco e o nosso querido arcebispo D. Majella. Que nossa paróquia em saída seja mais acolhedora e missionária e com um carinho especial para com os pobres e pequenos”, discursou.

 

Mais de 3 milhões de fiéis participaram das Audiências

A Prefeitura da Casa Pontifícia revelou os números das Audiências Gerais do Pontificado do Papa Francisco. Incluída a da última quarta-feira (26/08), que foi a 100ª audiência, ao todo participaram 3.147.600 fiéis.

Em detalhes, foram 1.548.500 os presentes nas 30 audiências em 2013; 1.199.000 nas 43 audiências de 2014 e 1.400.100 nas 27 audiências realizadas em 2015. Na centésima audiência  estavam presentes mais de dez mil fiéis.

Os números referem-se somente às pessoas presentes nas Audiências com os bilhetes de acesso, retirados precedentemente, o que revela que o número total seja maior.

Fonte: Rádio VaticanaANSA853627_Articolo

CNBB emite posicionamento sobre crise política e drogas

Foto: arquivo // Presidência da CNBB - Dom Murilo, Dom Sérgio e Dom Leonardo
Foto: arquivo // Presidência da CNBB – Dom Murilo, Dom Sérgio e Dom Leonardo

Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunidos em Brasília entre os dias 25 e 26 de agosto se posicionaram, através de um comunicado oficial, sobre a crise que vem atingindo o Brasil e também sobre a descriminalização do uso de drogas.

Em relação ao primeiro tema, intitulada “Nota da CNBB a favor do Brasil”, os bispos afirmam que a a população brasileira acompanha, apreensiva, a grave crise que atinge o país, procurando conhecer suas origens, resistir às suas consequências e, sobretudo, vislumbrar as soluções.

“A realidade é dura e traz de volta situações que, por algum tempo, haviam diminuído significativamente como o desemprego, a inflação e a pobreza. Pagamos um alto preço pela falta de vontade política de fazer as reformas urgentes e necessárias, capazes de colocar o Brasil na rota do desenvolvimento com justiça social quais sejam as reformas política, tributária, agrária, urbana, previdenciária e do judiciário. O gasto com a dívida pública, o ajuste fiscal e outras medidas para retomada do crescimento colocam a saúde pública na UTI, comprometem a qualidade da educação, inviabilizam a segurança pública e inibem importantes conquistas sociais”, escrevem.

A CNBB entende que a corrupção que atinge a política, as relações empresariais e todos os setores da sociedade, surgem como um problema a ser enfrentado e que não pode ser tolerado.

“É urgente resgatar a credibilidade da atividade política em que seja fortalecida a cultura inclusiva e democrática,Consep3 agosto 2015 pois um ‘método que não dá liberdade às pessoas para assumir responsavelmente sua tarefa de construção da sociedade é uma chantagem’, e ‘nenhum político pode cumprir o seu papel, seu trabalho, se se encontra chantageado por atitudes de corrupção’ (Papa Francisco aos representantes da sociedade civil, no Paraguai, 11 de julho de 2015). A chantagem “é sempre corrupção”. Lamentavelmente, o cenário político brasileiro não está isento desta condenável prática”, afirmaram.

Em relação à descriminalização do uso de drogas, a Igreja no Brasil declara-se contrária a tal procedimento, ressaltando que “a dependência química representa um dos grandes problemas de saúde pública e de segurança no Brasil”.

“O uso indevido de drogas interfere gravemente na estrutura familiar e social. Está entre as causas de inúmeras doenças, de invalidez física e mental, de afastamento da vida social. A dependência que atinge, especialmente, os adolescentes e os jovens, é fator gerador da violência social, provoca no usuário alteração de consciência e de comportamento. O consumo e o tráfico de drogas são apontados como causa da maioria dos atentados contra a vida”, trouxe a carta.

Os Bispos são claros ao afirmarem que oO caminho mais exigente e eficaz, a longo prazo, é a intensificação de campanhas de prevenção e combate ao uso das drogas, acompanhado de políticas públicas nos campos da educação, do emprego, da cultura, do esporte e do lazer para a juventude e a família. O Estado seja mais eficaz nas ações de combate ao tráfico de drogas.

“A liberação do consumo de drogas facilitará a circulação dos entorpecentes. Haverá mais produtos à disposição, legalizando uma cadeia de tráfico e de comércio, sem estrutura jurídica para controlá-la. O artigo 28 da Lei 11.343, ao tratar do tema, não prevê reclusão, mas a penalização com adoção de medidas de reinserção social. Constata-se que o encarceramento em massa não tem sido eficaz. É preciso desenvolver a prática da justiça restaurativa. Isso não significa menor rigor para aqueles que lucram com as drogas”, afirmaram.

Consep discute ações para Ano da Misericórdia e ‘Laudato Si’

Consep3 agosto 2015

O Ano da Misericórdia e a encíclica do papa Francisco,’Laudato Si’, foram dois temas tratados pelos bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em reunião ocorrida no dia 25 de agosto.

O Ano da Misericórdia iniciará no dia 8 de dezembro e prosseguirá até 20 de novembro de 2016.  Na reunião, o Conselho Episcopal apontou diversas ações para subsidiar regionais e dioceses  nesta celebração.

Os bispos refletiram ainda sobre a forma como a encíclica do papa Francisco, ‘Laudato Si, está sendo trabalhada pelas comissões, pastorais, organismos e regionais da CNBB, e apresentaram propostas para intensificar a reflexão do texto nos diferentes campos da sociedade.

As Comissões Episcopais Pastorais irão elencar as ações já realizadas relacionadas ao Ano da Misericórdia e à encíclica Laudato Si, bem como criar iniciativas que visem dar visibilidade e provocar a reflexão na Igreja do Brasil e nos diferentes setores da sociedade brasileira.

Diretrizes Gerais

‘Também foi apresentada a proposta de elaboração de subsídios que abordem as cinco urgências das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja para o quadriênio de 2015 a 2019. Para o arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, dom Sergio da Rocha, “seria muito bom criar pequenos subsídios para ajudar a acolher e a vivenciar as cinco urgências: missão, iniciação à vida cristã, animação bíblica, comunidade de comunidades, vida plena para todos”.

As Diretrizes Gerais foram atualizadas em abril deste ano, na 53ª Assembleia Geral da CNBB, a partir da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e do pronunciamento do papa Francisco aos bispos em julho de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Fonte: CNBB

Comissão apresenta subsídios para o Mês da Bíblia

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O Mês da Bíblia, celebrado no Brasil em setembro, foi criado em 1971, com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus. O Concílio Ecumênico Vaticano II foi marco para o despertar da Pastoral Bíblica na Igreja local.

Para auxiliar às comunidades, paróquias e dioceses, a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe dois subsídios de apoio.

O texto-base apresenta, de forma explicativa, o tema e o lema do Mês da Bíblia 2015, respectivamente, “Discípulos Missionários a partir do Evangelho de João” e “Permanecei no meu amor para produzir muitos frutos” (Jo 15, 7-16).

“A escolha do tema tem como objetivo reforçar a consciência de que nosso discipulado missionário não é apenas um caminho que se realiza no interno da comunidade eclesial. Queremos ser discípulos missionários que se integrem em projetos que buscam qualificar a vida humana, a vida de todo o planeta terra e inclusive a refletir a perspectiva da vida eterna”, explica o arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, dom Antônio Peruzzo.

Celebrações da Palavra

A Comissão publicou ainda o roteiro de “Encontros Bíblicos”. O material propõe cinco encontros de oração e reflexão, a partir da Palavra. Para cada reunião, foram escolhidas passagens do Evangelho de João, entre elas: “A Palavra de fez carne”, “Eu sou a luz do mundo”, “Pôs-se a lavar os pés dos discípulos”, “Permanecei no meu amor”, “A Paz esteja convosco”.

O método para cada encontro consiste em ouvir, meditar, rezar, e por fim, contemplar e agir segundo a Palavra. Para ajudar na vivência das celebrações, o subsídio oferece cantos litúrgicos. “O roteiro apresentado em forma de cinco encontros tem por objetivo ajudar nossos grupos espalhados por todos os recantos do Brasil a fazer do Projeto Mês da Bíblia um caminho privilegiado de evangelização. Sugerimos, ainda, que se estude o texto-base para entender bem a mensagem do Evangelho de João”, pontua dom Peruzzo.

Saiba mais

O mês de setembro, também, recorda a memória de São Jerônimo. Ele foi responsável por traduzir a Bíblia dos textos originais, em hebraico e grego,  para o latim. O livro está traduzido em, praticamente, todas as línguas do mundo.

Os subsídios estão disponíveis nas Edições CNBB: www.edicoescnbb.com.br

Texto e fotos: CNBB

Conheça os Meios de Comunicação da Arquidiocese

“A Igreja foi feita para o mundo, e o mundo hoje é comunicação”. Essa é uma afirmação do bispo referencial pela Comissão para Comunicação e Cultura do regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), durante a reunião com os representantes das Províncias Eclesiásticas da Pastoral da Comunicação, no dia 08 de agosto, em Belo Horizonte.

Atenta à essa realidade e também à necessidade de anunciar o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos e através de todos os meios, a Pascom da Arquidiocese de Pouso Alegre vem aprimorando e aperfeiçoando o contato e diálogo com os fiéis e com todas as pessoas.

Confira os canais de comunicação oficiais da Arquidiocese de Pouso Alegre.

Meios

 

 

 

Congresso em Aparecida contará com lançamento de três livros marianos

Com o tema ‘Iconografia de Aparecida – Teologia da Imagem de Nossa Senhora Aparecida’, a Academia Maria de Aparecida (SP) realiza, entre os dias 10 e 13 de setembro, o IX Congresso Mariológico, no Santuário Nacional. O Congresso é organizado pela Academia Marial em parceria com a Faculdade Dehoniana de Taubaté /SP.

No segundo dia do encontro, 11 de setembro, a Academia Marial fará o lançamento de três livros pela Editora Santuário. O lançamento das publicações acontecerá no Auditório Pe. Noé Sotillo. As atividades fazem parte da Noite Cultural, que contará também com uma apresentação da Orquestra PEMSA (projeto de Educação Musical do Santuário Nacional) e a inauguração de uma exposição com telas marianas.

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Os livros que serão lançados são:

 ‘Maria, trono de Sabedoria’
Organizado pelo Missionário Redentorista e diretor da Academia Marial, Pe. Valdivino Guimarães, a publicação é uma coletânea de artigos e textos sobre a devoção a Nossa Senhora, fruto da pesquisa e trabalho desenvolvido por teólogos, estudiosos em Mariologia e associados da Academia Marial. Este é o primeiro livro lançado pela Academia Marial de Aparecida.

 ‘Senhora Aparecida’
Numa sequencia cronológica, o livro é uma fonte de documentos, de acontecimentos e referências a personagens ilustres e figurantes não menos importantes da história de Nossa Senhora Aparecida. Com metodologia enciclopédica, traz conhecimento pelos ‘fatos e fotos’ provocando a curiosidade do leitor e oferecendo-lhe rico material de pesquisa.

 ‘Magnificat: O Louvor de Maria’
A obra foi produzida em 1522, em forma comentário do Magnificat de Nossa Senhora, traz reflexões de Lutero que intitulam Maria como a “doce Mãe de Deus”, além de outras reflexões que incluem a intercessão de Nossa Senhora. Martinho Lutero, como de conhecimento, foi um monge e professor de que tornou-se uma das figuras centrais da Reforma Protestante.

Informações e foto: Portal A12

Pe. Clemildes toma posse canônica em S. Rita do Sapucaí

PossePeClemildes_25082015_11O Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., deu a posse canônica ao padre Clemildes Francisco de Paiva como novo pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Santa Rita do Sapucaí. A celebração ocorreu na noite da última terça0-feira, 25. A Eucaristia foi concelebrada por diversos padres da Arquidiocese e diáconos, além da participação de centenas de fiéis.

Ainda no início da celebração, após a leitura do documento de nomeação do novo pároco, padre Clemildes fez sua profissão de fé e juramento de fidelidade, como determina a disciplina da Igreja a todos os fiéis que são chamados a exercer um cargo em nome da Igreja.

Após a Proclamação do Evangelho, feita pelo novo pároco, Dom Majella recordou o que as pessoas esperam quando vêm um padre.

“Jesus diz: ‘eu não chamo mais vocês de servos, mas de amigos’. Essa amizade íntima com Jesus é o que nós esperamos de um padre. Quando olhamos para um padre nós afirmamos: eis um homem de Deus, eis um homem que tem uma intimidade com Jesus. Ele soube deixar tudo, família, lar, abriu mão de toda sua vida para ser todo de Deus, ser todo de Jesus. Um coração indiviso. Como dói o nosso coração quando nós nos deparamos com padres que não conseguem viver o seu sacerdócio com um coração indiviso”, afirmou.

E recordando uma conversa que teve com uma senhora, o Arcebispo disse que a Igreja precisa ser mais acolhedora, mais próxima, como pede o Papa Francisco.

“Uma senhora veio falar comigo das belezas e das inquietações de sua paróquia. As lágrimas desciam pelos seus olhos: ‘Bispo, a igreja está muito administrativa. O papa está falando de proximidade, mas eu não vejo isso na minha Igreja. Está preocupada muito com administração’. O papa Francisco está insistindo conosco. Precisamos ser uma Igreja em saída. Sair é o que esperamos dos padres, dos párocos. Sair para ser uma Igreja mais acolhedora, uma Igreja samaritana. Padre Clemildes, esperamos que o senhor, como pároco dessa paróquia, faça acontecer essa verdade: uma Igreja que ama. Proximidade, proximidade. É isso que esperamos do pároco: proximidade”, pediu.

Após a homilia, o novo pároco foi interrogado publicamente manifestando sua disposição em cooperar com o Bispo,PossePeClemildes_25082015_8 trabalhando em comunhão com ele e cuidando com zelo da Paróquia que lhe foi entregue, renovando, assim, suas promessas sacerdotais.

Em seguida, Padre Clemildes foi conduzido pelo Arcebispo até alguns pontos singulares da igreja, relacionadas à sua função de pároco, como à porta principal da igreja, ao Sacrário, ao local de atendimento das confissões e à pia batismal, além ser colocado na sede da presidência, lugar do pastor que tem a função de ensinar, santificar e governar. Calorosamente, padre Clemildes foi acolhido pela comunidade como novo pároco.

No final da celebração, o padre recém-empossado, dirigiu suas primeiras palavras à comunidade. Ele fez questão de confirmar o trabalho já desenvolvido na Paróquia e que os fiéis, ao invés de ser perguntarem sobre “o como será?”, se coloquem nas mãos de Deus.

“Sugiro que ao invés de nos sucumbirmos à ansiedade, que nos entreguemos ao entusiasmo. Pois a presença do outro é sempre uma presença cheia de Deus que nos alegra e enche de paz. Que possamos estar com o coração aberto, sem resistências. Valho-me do conselho da raposinha ao Pequeno Príncipe: ‘é preciso criar laços!’. É preciso um ritual para se instaurar a amizade e celebrar a presença do outro, como convite a nos colocarmos na presença de Deus”, discursou.

 

 

 

 

 

 

Audiência: em família aprende-se a rezar a Deus com amor

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A audiência Geral com o Papa Francisco de 26 de agosto encerrou o tema que foi refletido nas últimas duas semanas. Na Sala Paulo VI, o Papa abordou a catequese sobre Família e tempo de oração. Depois de ter refletido sobre a família e os momentos de festa e trabalho, o Papa Francisco abordou a questão do tempo de oração em família, pois segundo o Papa o coração humano procura sempre a oração, mesmo sem sabê-lo, e se não a encontra não tem paz. Mas para que se encontre, é necessário cultivar no coração um amor “quente” por Deus, um amor afetuoso:

“Está tudo bem acreditar em Deus com todo o coração, esperar que Ele nos ajude nas dificuldades, está bem sentir-se no dever de agradecer-lhe. Tudo muito bem. Mas também amamos um pouco ao Senhor? O pensamento de Deus nos comove, nos surpreende, nos torna carinhosos?”

Partindo da formulação do grande mandamento do amor (“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda tua alma e com todas as tuas forças”), o Papa reiterou que esta fórmula usa a linguagem intensiva do amor, aplicando-a a Deus e que também nós devemos pensar em Deus como a carícia que nos mantém vivos, carícia da qual nada, nem mesmo a morte, nos pode separar. E acrescentou:

“Só quando Deus é o afeto de todos os nossos afetos, o significado destas palavras se torna pleno. Então nos sentimos felizes, e também um pouco confusos, porque Ele pensa em nós e, sobretudo, nos ama! Não é isto impressionante? Podia simplesmente fazer-se conhecer como o Ser supremo, dar os seus mandamentos e esperar pelos resultados. Mas Deus fez e faz infinitamente mais do que isso”.

Se o afeto por Deus não acende o fogo, continuou o Papa, o espírito da oração não aquece o tempo. Nós podemos também multiplicar as nossas palavras, “como fazem os pagãos”, exibir os nossos ritos, “como faziam os fariseus”, mas só um coração possuído pelo afeto por Deus transforma em oração mesmo um pensamento sem palavras, ou uma invocação diante de uma imagem sagrada, ou um beijo enviado para uma igreja:

“É bonito quando as mães ensinam aos seus filhos pequeninos a mandar um beijo a Jesus ou à Virgem Maria. Naquele momento o coração das crianças transforma-se em lugar de oração. E é um dom do Espírito Santo, aquele Espírito de Deus que grita nos nossos corações: “Abba” – “Pai”, como dizia Jesus, modo de rezar que nunca poderíamos encontrar sozinhos”.

Este dom do Espírito, insistiu Francisco, é na família que se aprende a pedir e a apreciá-lo. É verdade que o tempo da família é um tempo complicado e superlotado, reconheceu Francisco, tempo ocupado e preocupado,  sempre pouco, nunca é suficiente, ao ponto de afirmar que quem tem uma família aprende bem cedo a resolver uma equação que nem mesmo os grandes matemáticos sabem como resolver: dentro das vinte e quatro horas do dia faz entrar o dobro! Há mães e pais que poderiam ganhar o prémio Nobel por isso!

Mas o espírito de oração devolve o tempo a Deus, sai da obsessão de uma vida em que sempre falta o tempo, para encontrar a paz das coisas necessárias, e descobrir a alegria dos dons inesperados. E deu o exemplo das duas irmãs Marta e Maria que aprenderam de Deus a harmonia dos ritmos familiares: a beleza da festa, a serenidade do trabalho, o espírito da oração:

“A visita de Jesus, que muito amavam, era a festa para elas. Um dia, porém, Marta aprendeu que o trabalho da hospitalidade, embora importante, não é tudo, mas escutar o Senhor, como fazia Maria, era a coisa realmente essencial, a “parte melhor” do tempo.”

Mas a oração brota da escuta de Jesus, da leitura do Evangelho, da familiaridade com a Palavra de Deus, disse Francisco que também desafiou os presentes:

“Existe esta familiaridade nas nossas famílias? Temos em casa o Evangelho? O abrimos de vez em quando para lê-lo juntos? Meditamo-lo recitando o rosário? O Evangelho lido e meditado em família é como um bom pão que alimenta o coração de todos…”.

E o Papa concluiu dizendo que quando em família nos pomos à mesa, aprendemos a dizer juntos uma oração, com simplicidade, é Jesus que vem a nós, como ia à família de Marta, Maria e Lázaro, e que é na oração da família, nos seus momentos fortes  e nas suas passagens difíceis, que estamos confiados uns aos outros, para que cada qual seja guardado pelo amor de Deus.

Nas saudações o Papa Francisco dirigiu-se também aos fiéis de língua portuguesa:

“Queridos peregrinos de língua portuguesa, bem-vindos! Saúdo cordialmente os fiéis presentes das diversas paróquias de Portugal e o grupo dos novos estudantes do Colégio Pio Brasileiro. O Senhor vos abençoe, para serdes em toda a parte farol de luz do Evangelho para todos. Possa esta peregrinação fortalecer nos vossos corações o sentir e o viver com a Igreja. Nossa Senhora acompanhe e proteja a vós todos e aos vossos entes queridos”.

Nas saudações em italiano, e a propósito do Dia de oração pelo cuidado da criação, o Papa fez o seguinte convite:

“Na próxima terça-feira, dia 1 de setembro, será celebrado o Dia Mundial de Oração pelo cuidado da criação. Em comunhão de oração com os nossos irmãos ortodoxos e com todas as pessoas de boa vontade, queremos oferecer o nossa contributo para a superação da crise ecológica que a humanidade está enfrentando. Em todo o mundo, as várias realidades eclesiais locais programaram oportunas iniciativas de oração e reflexão, para tornar esse Dia um momento forte, tendo também em vista a adopção de estilos de vida consistentes. Com os bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos da Cúria Romana, estaremos todos na Basílica de São Pedro, às 17 horas, para a Liturgia da Palavra, para a qual a partir de agora convido a participar todos os romanos e todos peregrinos, e aqueles que o desejarem”.

Depois da oração do “Pai-Nosso” o Papa Francisco a todos deu a sua bênção.

Informações e foto: Rádio Vaticana