Padre Samuel Araújo é ordenado em Santa Rita do Sapucaí

O Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., presidiu a Eucaristia na qual foi ordenado presbítero o padre Samuel Araúj0 Ferreira. A celebração ocorreu na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Santa Rita do Sapucaí, na manhã deste sábado, 31. Dezenas de padres do clero de Pouso Alegre e do clero religioso concelebraram a Eucaristia. Centenas de fiéis também participaram deste momento bonito para a Igreja.

Em sua homilia, o Arcebispo, utilizando do lema escolhido pelo ordenando (“Que Ele cresça e eu diminua” – Jo 3, 30), afirmou que o padre é aquele que torna Jesus conhecido e seguido.

“A partir das leituras que acabamos de ouvir, podemos essa caminhada vocacional do nosso diácono. Ele escolheu como lema da sua ordenação uma experiência que brotou na vida de João Batista: que Ele cresça e eu diminua. Aqui nós temos um diácono que quer ser padre, que se inspira na figura de João Batista, que existe para proclamar, para ser a voz do Senhor. João Batista veio proclamar, ser a voz de Deus, mas nós sabemos que ao proclamar essa Palavra, João Batista assumiu até o martírio. Então, meu querido jovem, acolha isto na sua vida: o padre que busca sua inspiração em João Batista vai até o martírio. As leituras que ouvimos falaram de dois profetas. A experiência de Jeremias foi bela porque ele começa a falar que a sua vocação vem desde o ventre materno. No ventre materno, João Batista também escutou a voz do Senhor, quando sua mãe se encontrou com Maria, mãe de Jesus, que também estava grávida. Em Jeremias e João nós temos essa experiência: quem escuta a voz do Senhor, sempre se exulta de alegria. A missão de João Batista foi simples: tornar Jesus conhecido e seguido. Essa é a missão do padre. O homem que se coloca à serviço da igreja se dispõe a tornar Jesus conhecido e seguido. Assim devemos ser como sacerdotes. João Batista não quis, não serviu-se de Jesus, não fez de Jesus um trampolim. Assim nós também padres não devemos fazer de Jesus um trampolim para o sucesso, para a vida tranquila. Se nós queremos seguir a missão de sacerdotes, devemos fazer Jesus conhecido e seguido. Nós padres temos algo a ver com João Batista. Jesus diz que João foi o maior dos nascidos de uma mulher. Nós padres temos algo a ver com João. O maior, Jesus diz, não significa o mais importante, mas aquele que vem para servir”, afirmou.

E Dom Majella acrescentou que o padre não pode querer ser a Mensagem do Evangelho, mas deve proclamar e anunciar.

“O sentido da vida de João Batista foi indicar o outro, que é Jesus, e esse deve ser nosso sentido. No deserto ele proclamava. O que vamos encontrar no deserto? vamos encontrar corações angustiados, corações isolados. Por isso o padre é a voz da Palavra de Deus, que deve gerar vida nesses corações que vivem no deserto da solidão, da inquietação, da dúvida de sua fé. É a voz que clama no deserto. Querido filho, seja essa voz, não a Palavra. Que você anuncie Jesus Cristo, que é a Palavra. João é a luz, mas não a luz própria. Assim é o padre. Nós somos a luz, mas não a luz própria, mas indicamos jesus”, alertou.

Após a homilia, o ordenando é interrogado sobre suas intenções de colaborar com o bispo, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo. Ao responder “sim”, afirma publicamente o propósito de aceitar os encargos, assim como jura obediência ao bispo.

Terminada a Ladainha, onde se pede a intercessão da Igreja Celeste, tem início a imposição das mãos e oração consecratória. No silêncio do coração, o bispo e todos os presbíteros presentes pedem a Deus pelo ordenando. Esse, estando de joelhos, em silêncio, o bispo impõe as mãos sobre sua cabeça, seguido pelos presbíteros. Por fim, tem a unção das mãos e a entrega do cálice e da patena, símbolos e instrumentos que indicam o ministério sacerdotal.

 

Fotos: Equipes Pascom Arquidiocesana

 

Padre Leonino Morais toma posse canônica em Tocos do Mogi

Posse9_29102015A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Tocos do Mogi, acolheu oficialmente seu novo pároco, padre Leonino Morais, na noite da última quinta-feira, 29. A missa na qual ele tomou posse canônica foi celebrada pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., e concelabrada por diversos padres. A Igreja Matriz do município ficou repleta de fiéis.

Ainda no início da celebração, após a leitura do documento de nomeação do novo pároco, padre Leonino Morais fez sua profissão de fé e juramento de fidelidade, como determina a disciplina da Igreja a todos os fiéis que são chamados a exercer um cargo em nome da Igreja. Após a Proclamação do Evangelho, feita pelo novo pároco, Dom Majella usou da imagem do Evangelho, de Jesus que chora sobre Jerusalém, para lembrar que pároco é aquele que conduzir os fiéis à Salvação.

“Ocupemo-nos da imagem que o Evangelho trouxe para nós, uma imagem que brota das palavras de Jesus. Jesus chorando sobre Jerusalém, vai dizer: ‘Jerusalém Jerusalém, quis reunir seus filhos como uma galinha reúne seus pintinhos’. Reunir os teus filhos. Um novo pároco. O que nos esperamos de um novo pároco? que ele reúna os fiéis, que ele reúna os fieis, conduzindo os fiéis a viver e a experimentar os bens da salvação. Verdade, que muitas vezes o padre vai derramar lágrimas sobre a sua comunidade paroquial e isso, se ele não fizer, há algo errado. Jesus assim fez sobre Jerusalém. Vai significar que em muitos momentos o pároco vai experimentar a incompreensão do povo, a resistência das lideranças paroquiais, vai experimentar a resistência de alguns movimentos eclesiais. Isso vai fazer com o que o padre chore, porque não esta conseguindo reunir todo o povo”, disse.

O Arcebispo também lembro que no amor, pelo testemunho e pela pregação, o pároco é aquele que mostra às pessoas a misericórdia e a ternura de Deus.

“A imagem que Jesus traz para nós nesse Evangelho de hoje quer expressar o agir de Deus: Deus ama sempre. Deus ama sempre. O novo pároco é que aquele que deve oferecer os bens da salvação aos fiéis, deve conduzir os fiéis a experimentarem essa verdade: Deus é misericórdia. Por isso, o pároco precisa ser o primeiro a testemunhar essPosse5_29102015e amor de Deus em sua vida, apesar de seus limites. Mas para que o pároco possa assim agir, precisa ser humilde, pois é a humildade que nos leva a experimentar o amor de Deus. O pároco é aquele que não apenas partilha com a comunidade e não apenas conduz a comunidade a experimentar esse amor de Deus, mas é aquele que também, na convivência diária, na comunidade paroquial, ele deverá transmitir ao povo essa ternura de Deus. O pároco é homem da Palavra de Deus. Ele está à frente da comunidade paroquial para anunciar Jesus Cristo e, anunciando Jesus Cristo, ele está anunciando a ternura de Deus”, explicou.

Após a homilia, o novo pároco foi interrogado publicamente manifestando sua disposição em cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com ele e cuidando com zelo da Paróquia que lhe foi entregue, renovando, assim, suas promessas sacerdotais.

Em seguida, padre Leonino foi conduzido pelo Arcebispo até alguns pontos singulares da igreja, relacionadas à sua função de pároco, como à porta principal da igreja, ao Sacrário, ao local de atendimento das confissões e à pia batismal, além ser colocado na sede da presidência, lugar do pastor que tem a função de ensinar, santificar e governar. Feito isso, padre Leonino foi acolhido calorosamente pela sua nova comunidade paroquial.

 

Fotos e vídeo: Pascom Santuário São Francisco de Paula e Nossa Senhora de Fátima – Ouro Fino

CNBB divulga nota sobre a realidade sociopolítica brasileira

coletiva291015A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na quinta-feira (27), durante coletiva de imprensa, nota sobre “A realidade sociopolítica brasileira: dificuldades de oportunidades”. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da instituição, que esteve reunido em Brasília, de 27 a 29 deste mês.

Na nota, a CNBB manifesta-se a respeito do momento de crise na atual conjuntura. “A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo”, declaram os bispos.

Confira a íntegra do texto:

A REALIDADE SOCIOPOLÍTICA BRASILEIRA
DIFICULDADES E OPORTUNIDADES

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 27 a 29 de outubro de 2015, comprometido com a vivência democrática e com os valores humanos, consciente de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, manifesta-se acerca do momento de crise na atual conjuntura social e política brasileira.

A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo. A frustração presente e a incerteza no futuro somam-se à desconfiança nas autoridades e à propaganda derrotista, gerando um pessimismo contaminador, porém, equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída. Não nos deixaremos tomar pela “sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre” (Papa Francisco – Alegria do Evangelho, 85).

Somos todos convocados a assegurar a governabilidade que implica o funcionamento adequado dos três poderes, distintos, mas harmônicos; recuperar o crescimento sustentável; diminuir as desigualdades; exigir profundas transformações na saúde e na educação; ampliar a infraestrutura, cuidar das populações mais vulneráveis, que são as primeiras a sofrer com os desmandos e intransigências dos que deveriam dar o exemplo. Cada protagonista terá que ceder em prol da construção do bem comum, sem o que nada se obterá.

É preciso garantir o aprofundamento das conquistas sociais com vistas à construção de uma sociedade justa e igualitária. Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. No genuíno enfrentamento das atuais dificuldades pelas quais passa o país, não se pode abrir espaço para medidas que, de maneira oportunista, se apresentam como soluções fáceis para questões sabidamente graves e que exigem reflexão e discussão mais profundas com a sociedade.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso comum entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade. É inadmissível alimentar a crise econômica com uma crise política irresponsável e inconsequente.

Recorde-se que “uma sociedade política dura no tempo quando, como uma vocação, se esforça por satisfazer as carências comuns, estimulando o crescimento de todos os seus membros, especialmente aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade ou risco. A atividade legislativa baseia-se sempre no cuidado das pessoas” (Papa Francisco ao Congresso dos EUA). Nesse sentido, com o espírito profético inspirado na observância do Evangelho, a CNBB reitera que o povo brasileiro, os trabalhadores e, principalmente, os mais pobres não podem ser prejudicados em nome de um crescimento desigual que reserva benefícios a poucos e estende a muitos o desemprego, o empobrecimento e a exclusão.

A construção de pontes que favoreçam o diálogo entre todos os segmentos que legitimamente representam a sociedade é condição fundamental para a superação dos discursos de ódio, vingança, punição e rotulação seletivas que geram um clima de permanente animosidade e conflito entre cidadãos e grupos sociais. Esse clima belicoso, às vezes alimentado por parte da imprensa e das redes sociais, poderá contaminar ainda mais os corações e mentes das pessoas, aprofundando abismos e guetos que, historicamente, maculam nossa organização social. Ao aproximar-se o período eleitoral de 2016, é responsabilidade de todos os atores políticos e sociais, comprometidos com a ética, a justiça e a paz, aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contagiadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país.

A corrupção se tornou uma “praga da sociedade” e um “pecado grave que brada aos céus” (Papa Francisco – O rosto da misericórdia, n.19). Acometendo tanto instituições públicas, quanto da iniciativa privada, esse mal demanda uma atitude forte e decidida de combate aos mecanismos que contribuem para sua existência. Nesse sentido, destaca-se a atuação sem precedentes dos órgãos públicos aos quais compete combater a corrupção. A contraposição eficaz à corrupção e à sua impunidade exige, antes de mais nada, que o Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça.

Deus nos dê a força e a sabedoria de seu Espírito, a fim de que vivamos nosso ideal de construtores do bem comum, base da nova sociedade que almejamos para nós e para as futuras gerações.

Brasília, 28 de outubro de 2015.

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB

CAL emite orientações para as celebrações do ciclo do Natal

ciclo do natalA Comissão Arquidiocesana de Liturgia emitiu esta semana algumas orientações sobre a vivência e celebração do ciclo de Natal. O texto é destinado aos Presbíteros, Religiosos(as), Consagrados(as), Seminaristas e todos os animadores da vida litúrgica das comunidades da Arquidiocese de Pouso Alegre. As orientações ajudam as comunidades a celebrarem o Advento; Natal, que também englobas as solenidades da Mãe de Deus, Sagrada Família, Batismo do Senhor; e Epifania.

Já na introdução, a lembrança de que a Liturgia convida a celebrar o tempo. Ela permite aos fiéis parar, sentir, refletir, meditar, rezar, viver e atualizar o Mistério! Por meio da Liturgia, entra-se no ‘Tempo de Deus’ que, por sua vez, entra no ‘nosso tempo’ e na ‘nossa história’, e santifica.

O novo ano litúrgico, ano C, proporciona a oportunidade de aprofundamento da fé e da espiritualidade litúrgica, auxiliados sobretudo pelo evangelho de São Lucas. Desde as primeiras páginas desse evangelho, Jesus é proclamado o Salvador enviado por Deus (cf. Lc 1,46b-47). É tempo de renovar a esperança e a fé na presença de Deus que visita o seu povo. Lucas apresenta uma releitura da vida e da prática de Jesus com a intenção de ajudar as comunidades cristãs a retomar o seguimento de Jesus. Acompanhando os passos de Jesus nesse evangelho, descobre-se a presença de um Deus amoroso e compassivo.

O evangelho de Lucas é conhecido como o evangelho do caminho. No caminho, Jesus transmite seus principais ensinamentos a seus seguidores e seguidoras. Seguir Jesus exige deixar-se mover pela compaixão e aproximar-se das pessoas marginalizadas e excluídas. Esse foi o caminho de Jesus, e o da pessoa cristã não pode ser diferente. Neste evangelho encontramos algumas das mais memoráveis histórias de misericórdia divina. Ao dar ênfase na misericórdia de Jesus para com pecadores e renegados, encontra-se em Lucas a “docilidade de Cristo”.

Celebrando o mistério pascal de Cristo em suas primeiras manifestações, o ciclo do Natal engloba o
tempo do Advento, como preparação, as festas do Natal que inclui a Epifania, como chegada e realização,
e o tempo do Natal, como prolongamento com as festas da Sagrada Família, de Maria, Mãe de Deus,
encerrando com a festa do Batismo do Senhor. Nele faz-se memória da vinda salvífica do Senhor, da
sua manifestação na fragilidade de nossa carne, na contingência e contradições da história,
enquanto se aguarda seu novo Natal, seu Reino, sua vinda definitiva e gloriosa no fim dos tempos.

 

Imagens: Divulgação internet

 

Clero Arquidiocesano encerra dias de estudos teológicos

MissaEncerramento7_29102015Uma missa celebrada na manhã desta quinta-feira, 29, na Capela do Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora Auxiliadora, marcou o encerramento da atualização teológica do clero clero da Arquidiocese de Pouso Alegre. Durante três dias, os padres, diácono e seminaristas estagiários refletiram sobre a administração paroquial, visando as leis trabalhistas e tributárias, e sobre as Diretrizes Gerais da ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, este sendo refletido pelo padre José Carlos Pereira. As questões administrativas e contábeis foram apresentadas pelas advogadas Raquel A. Arietti e Tatiane Mekaro, da empresa Tafer – Assessoria e Consultoria, de São Paulo.

  • Ao clero: Faça o download dos materiais formativos: Slide 1 e Slide 2

A partir do Evangelho da liturgia do dia (Lc 13, 31-35), o Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., reforçou a necessidade de que todos saiam destes dias de estudo e reflexão com ardor e disposição, como discípulos e missionários de Jesus.

“Jesus não abre mão do projeto do Pai, mas Ele assume o projeto do Pai. Ele afirma: faço curas hoje e amanhã e no terceiro dia terminarei meu trabalho. É o agir de Jesus, a ação missionária. Jesus que se coloca entre os profetas. Preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã. Não abrir mão do projeto do Pai é continuar sendo missionário”, afirmou.

Dom Majella continuou: “Após realizarmos estes três dias de estudos, esteja claro no coração de cada um o continuar da missão. Não nos deixemos ser seduzidos pelo sistema que nos envolve no mundo atual. Que possamos viver a missão hoje, amanhã e depois de amanhã, sempre com o mesmo ardor e a mesma disposição”.

A Eucaristia também marcou a celebração do aniversário natalício de Dom Majella, comemorado no último dia 19, e a vida dos padres que também fizeram aniversário no mês de outubro.

Divulgado o programa da Viagem do Papa Francisco à África

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A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa da viagem do Papa Francisco à África, a ser realizada de 25 a 30 de novembro deste ano. Serão três os países que receberam o Pontífice: Quênia, Uganda e República Centro Africana.

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Logotipo da visita do Papa Francisco a Uganda, cujo lema é “Vocês serão minhas testemunhas” (At 1,8).

O Quênia, primeira etapa da viagem, receberá o Santo Padre na quarta-feira, 25 de novembro, às 17 horas. Em Nairóbi o Papa fará uma visita de cortesia ao Presidente da República e participará do encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. Já na quinta-feira, 26, o Papa começará o dia participando no encontro inter-religioso e ecumênico, seguido pela Missa no Campus universitário da capital. Na parte da tarde, o encontro com o clero e os religiosos e a visita ao Escritório da ONU de Nairóbi. Na sexta-feira, 27, o Papa visitará o bairro pobre de Kangemi. Às 10 horas, o encontro com os jovens no Estádio Kasarani e logo a seguir o encontro com o episcopado do país.

Na parte da tarde o Santo Padre segue para Entebe, Uganda, onde logo após a chegada realiza uma visita de cortesia ao Presidente da República e o encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. A seguir dirige-se a Munyonyo para uma saudação aos catequistas e professores. No sábado, dia 28, o Papa visita os dois Santuários dedicados aos mártires ugandeses, católicos e anglicanos. Às 9h30 preside à Santa Missa pelos Mártires de Uganda na área do Santuário católico. Em seguida, o encontro com os jovens em Kololo Air Strip em Kampala, a visita à Casa de Caridade Nalukolongo e os encontros com os bispos de Uganda e com o clero e religiosos.

No Domingo 29 de novembro, o Papa partirá para Bangui, na República Centro Africana, onde a chegada está prevista para às 10 horas. O primeiro compromisso é a visita de cortesia ao Presidente de transição do país, seguida pelo encontro com a classe dirigente e com o Corpo Diplomático. Às 12h15 a visita ao campo de refugiados, seguido pelos encontros com os Bispos centro-africanos e com os evangélicos. Às 17 horas presidirá à Missa com o clero, os religiosos e os jovens na Catedral de Bangui. O dia termina às 19 horas com a confissão de alguns jovens e a vigília de oração na esplanada diante da Catedral.

Na segunda-feira, dia 30 de novembro, o Papa encontra a comunidade muçulmana na Mesquita Central de Koudoukou em Bangui. Às 9h30 a Missa no Estádio do Complexo desportivo Barthélémy Boganda. Por fim, o Papa Francisco parte às 12h30 do Aeroporto Internacional “M’Poko”, de Bangui, sendo a chegada ao aeroporto de Roma-Ciampino  prevista para às 18h45min.

Informações: Rádio Vaticana

Diácono Samuel Araújo Ferreira será ordenado presbítero

Pe. SamuelPela imposição das mãos do arcebispo metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado, CSsR, será ordenado presbítero o diácono Samuel Araújo Ferreira, no dia 31 de outubro, às 9h, na Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima, Santa Rita do Sapucaí.

O diácono Samuel escolheu o lema “Que Ele cresça e eu diminua” Jo 3,30. O novo sacerdote celebrará sua primeira missa no mesmo dia, às 19h, na comunidade São José Operário, de Santa Rita do Sapucaí.

Vida de Fé

Samuel Araújo Ferreira nasceu em Santa Rita do Sapucaí no dia 9 de fevereiro de 1985. É filho de José Antônio Ferreira e de Rita Tenório Nogueira Ferreira. Ele tem duas irmãs, Daniela de Cássia Ferreira Silvério e Elaine Cristina Ferreira Nascimento.

Morou com seus pais e suas irmãs em diversas localidades da região do município de Santa Rita do Sapucaí-MG e Pouso Alegre-MG, e este ritmo de mudança e conhecimento de pessoas simples e amigas, foi causa de uma nova vocação. A cada mudança um mundo novo, comunidade nova, e ao participar com sua família das orações populares, terços e procissões, percebeu o quanto o povo tem necessidade do pastor, para conduzi-los para o caminho de Jesus. A família é a “Igreja doméstica” e foi nessa Igreja doméstica que o Diácono Samuel sentiu o chamado de Deus, para colaborar na construção de seu Reino de amor e paz.

Ordenacao Diacono SamuelIngressou no Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre no dia 1º de fevereiro de 2003, para o seminário menor, onde cursou o Ensino Médio no Colégio São José. Formou-se em Filosofia e Teologia pela Faculdade Católica de Pouso Alegre entre os anos 2006 – 2012.

Durante o período em que esteve no seminário, o Diácono Samuel ajudou na evangelização do povo de Deus durante os finais de semana nas paróquias: São João Batista em Pouso Alegre-MG; São José em Paraisópolis-MG; São Geraldo Majela e São José do Pantano em Pouso Alegre-MG; Nossa Senhora da Conceição em Conceição dos Ouros-MG. E grande parte de seu estágio pastoral ele realizou na Paróquia São João Batista em Cachoeira de Minas-MG, em 2013 e, posteriormente, na Paróquia Sant’Ana em Silvianópolis-MG. No dia 7 de março de 2015, na Catedral Metropolitana de Pouso Alegre-MG foi ordenado diácono juntamente com mais dois amigos (Tales Tadeu Ananias e Thiago Oliveira Raimundo) padres da Arquidiocese. Atualmente exerce seu ministério diaconal na Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa em Monte Sião-MG.

 

 

Ministros Extraordinários da Eucaristia terão 3ª Concentração

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A 3ª Concentração Eucarística dos Ministros Extraordinários da Eucaristia será realizada em 15 de novembro, no Santuário de Santa Rita, em Santa Rita do Sapucaí. Na oportunidade o Côn. Benedito Ramon fará uma reflexão sobre o tema: “À Mesa da Palavra e do Pão somos alimentados e enviados em Missão”. A Concentração terá início às 8h e o encerramento será com Santa Missa às 15h.

O evento está sendo preparado pela Assessoria Arquidiocesana dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística e tem na Carta Encíclica Ecclesia de Eucharistia, de São João Paulo II a inspiração para os trabalhos: “A Igreja vive da Eucaristia. Esta verdade não exprime apenas uma experiência diária de fé, mas contém em síntese o próprio núcleo do mistério da Igreja. É com alegria que ela experimenta, de diversas maneiras, a realização incessante desta promessa: “Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo” (Mt 28, 20); mas, na sagrada Eucaristia, pela conversão do pão e do vinho no corpo e no sangue do Senhor, goza desta presença com uma intensidade sem par. Desde o Pentecostes, quando a Igreja, povo da nova aliança, iniciou a sua peregrinação para a pátria celeste, este sacramento divino foi ritmando os seus dias, enchendo-os de consoladora esperança”.

A Assessoria Arquidiocesana também está preparando o material que será encaminhado para as paróquias para a Celebração de um Tríduo em preparação para a Concentração Eucarística.

Clero participa de Atualização Teológica

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O clero da Arquidiocese de Pouso Alegre está reunido no Seminário Nossa senhora Auxiliadora para um momento de estudo, reflexão, atualização teológica, comunicados pastorais, além de treinamento gerencial na área administrativa. A atualização teve início dia 27 e será encerrada com uma Missa de Ação de Graças no dia 29 de outubro.

O Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., está participando da Atualização Teológica,  juntamente com todos os sacerdotes arquidiocesanos.

No primeiro dia de trabalho, a reunião contou com a assessoria das advogadas Raquel A. Arietti e Tatiane Mekaro, ambas da empresa Tafer – assessoria e consultoria, de São Paulo/SP. As advogadas abordaram questões administrativas e contábeis pertinentes à gestão das paróquias.

No segundo dia os trabalhos de atualização teológica contaram com as assessoria do o Pe. José Carlos Pereira.

 

 

Pastoral Catequética promove encontro para coordenadores

logo_catequeseOs coordenadores paroquiais de Catequese e catequistas da Paróquias da Arquidiocese de Pouso Alegre são convidados para se reunirem no próximo dia 14 de novembro para um dia de formação. O encontro ocorre na Escola Profissional Delfim Moreira (Rua Monsenhor José Paulino, 371 – em frente ao Colégio São José) entre 08h30 e 16h.

As reflexões se darão sobre o tema A Catequese na era digital. Entre os palestrantes estão o coordenador da Pastoral da Comunicação na Arquidiocese de Pouso Alegre, o seminarista estagiário Andrey Nicioli, e os membros da equipe arquidiocesana que estiveram presentes no encontro do Regional Leste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Tiago Vilela, Gislaine (Senador Amaral), Edy (Ouro Fino), Fátima (Cambuí), Ana e Lúcia (ambas de Itajubá).

São convidados dois catequistas da Equipe de Coordenação, reafirmando a participação de coordenadores. A confirmação da participação deve ser feita até o dia 10 de novembro (terça-feira) pelo telefone da Cúria Metropolitana (35 3421-1248), com Lucimara, ou pelo email: [email protected]  O investimento é de R$ 27,00 por pessoa.